Partido Libertário

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Declaração de Princípios
Pretendendo celebrar a diversidade e identidade de cada pessoa, os seus direitos inalienáveis à Vida, Liberdade e Propriedade e à sua legítima defesa, definidores do Homem enquanto ser moral e factor de ordem e prosperidade e, constatando a falta da sua defesa clara no espectro político vigente, associamo-nos no Partido Libertário:
I. Defendemos que à pessoa, famílias e comunidades unidas geograf**amente ou por comunhão de princípios, deve ser assegurada a sua esfera privada de consciência e acção autónoma. Acreditamos que protegendo a propriedade honestamente adquirida, as pessoas podem usufruir plenamente o fruto do seu trabalho e criatividade estimulando a cooperação voluntária sob a forma associativa, iniciativas empresariais e mercados. Reconhecemos nas freguesias e municípios a capacidade de assumir todas as competências dentro do princípio geral da subsidiariedade e cuja participação na ordem constitucional nacional se deve poder presumir como voluntária. Pretendemos promover a liberdade de escolha, a livre concorrência interna e internacional na procura e oferta de bens e serviços. Aplicamos os mesmos princípios à moeda e aos tribunais arbitrais. Identif**amos que qualquer regime político tende a criar uma maioria de receptores directos e indirectos do seu orçamento geral do estado (financiado por impostos, emissão de dívida e moeda) pondo nessa medida em risco e de forma progressiva, uma capacidade decisória funcional sobre o bem comum, isenta de conflitos de interesse e grupos de pressão em concorrência maligna. A par da participação aberta na ordem política e económica europeia e internacional é necessário, a Portugal, preservar simultaneamente a capacidade última de prosseguir os seus próprios interesses e valores como Nação soberana.

29/10/2026

Afonso Gonçalves, do grupo Reconquista, é posto a andar pelos jagunços do regime!

A sagrada Constituição de Abril é uma maravilha: garante a liberdade de reunião e de manifestação, mas, no episódio comentado pelo Partido Libertário, Afonso Gonçalves, do Reconquista, recebe uma tradução policial bastante mais curta: ponha-se a andar, e depressa! O artigo 45.º reconhece o direito de reunião pacíf**a, sem armas e sem autorização.

Ser rotulado de “extrema-direita” não demonstra uma agressão, nem dispensa a justif**ação de uma intervenção policial. Se houve violência ou ameaça, identifiquem-se os actos e os responsáveis. Se o problema foi apenas a presença e a opinião, a tão celebrada liberdade f**a reduzida à tolerância de quem manda. Defender este princípio não exige concordar com uma única proposta do Reconquista: exige perceber que uma liberdade dependente da simpatia política é um privilégio.

Mas os nacionalistas também deviam retirar uma lição do encontro com o Estado que tanto veneram. Querem dar-lhe mais poder para impor a sua ordem e depois espantam-se quando esse poder lhes ordena que desapareçam, com risco de levarem no lombo. Acreditam que basta mudar o homem ao comando para transformar a máquina de coerção numa instituição benigna.

Na habitação, a disputa entre culpar os imigrantes e exigir mais intervenção estatal deixa convenientemente de fora impostos, obstáculos à construção, insegurança contratual e manipulação monetária. Uns querem o Estado a distribuir casas; outros querem-no a escolher quem pode cá viver. O libertário começa por exigir liberdade para construir, contratar e dispor da propriedade. A liberdade para protestar contra o poder, mesmo quando o manifestante sonha exercê-lo.

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🎙️ ESTADO DA MÁFIA | 10.º EPISÓDIO – “CACETADA”Hoje, às 20h.https://zurl.co/CJvoMA crise da habitação leva mais uma cace...
25/10/2026

🎙️ ESTADO DA MÁFIA | 10.º EPISÓDIO – “CACETADA”
Hoje, às 20h.

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A crise da habitação leva mais uma cacetada – desta vez, de Bruno Garcia, Miguel Mendes de Almeida e Luís Gomes.

Comentamos as razões dos protestos e a curiosa contabilidade da estátua “pública”: os manifestantes conspurcam, os lisboetas pagam a limpeza e Carlos Moedas apresenta a conta como se o dinheiro lhe saísse do bolso. A generosidade dos políticos com o dinheiro alheio nunca conhece limites.

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Segue-se a solução do ex-presidiário Isaltino Morais: um pacto de regime entre PS e PSD. Sim, os mesmos que se revezam no poder há mais de cinquenta anos vão agora juntar-se para resolver o problema que ajudaram a criar. Desta vez é que é!

Para terminar, Leitão Amaro oferece-nos o momento de humor: “Estamos a dar tudo o que temos!”

Vivemos num manicómio socialista. Aos libertários, resta denunciar o absurdo – e conservar o sentido de humor.
Hoje, às 20h (https://zurl.co/CJvoM) Vejam, comentem e partilhem. A habitação está cara; rir desta gente ainda é grátis.

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O Estado resolveu a crise da habitação à cacetada: as tendas desapa...

23/10/2026

O dinheiro é dos lisboetas e de Carlos Moedas ao mesmo tempo!

Carlos Moedas oferece-nos uma lição sobre a linguagem do poder: quando é preciso justif**ar a despesa, o dinheiro “é dos lisboetas”; quando chega a hora de o gastar, já é “vou gastar”. O assaltado pelo estado fornece a carteira; o político reserva para si a decisão e o protagonismo.

O comentário do Partido Libertário expõe esta farsa. Um lisboeta não pode recusar financiar as decisões da Câmara, recuperar a sua parte ou escolher outro prestador. Se tentar conservar o rendimento que lhe exigem, descobrirá depressa o que sustenta esta relação: cobrança coerciva, penhoras e punições. Chamar “nosso” ao dinheiro cuja entrega nos impõem não nos dá controlo sobre ele.

Condenar o vandalismo não obriga ninguém a aplaudir o inenarrável Moedas. Quem danif**a deve responder pelos danos, mediante prova e com direito de defesa. A factura deve recair sobre os responsáveis, em vez de servir de pretexto para apresentar o presidente da Câmara como um benfeitor que paga a limpeza do próprio bolso. Os valores anunciados exigem discriminação e escrutínio: a indignação de um autarca não substitui facturas.

A propriedade privada também pode sofrer vandalismo. A diferença está na existência de um proprietário com direitos definidos, interesse na conservação e responsabilidade pelas suas decisões. Na gestão política, quem decide pode transferir o custo para terceiros.

Moedas não nos faz um favor quando administra recursos cobrados coercivamente à população. O parasitismo político começa nessa inversão: quem vive dos recursos exigidos aos outros apresenta-se como seu protector. Os lisboetas trabalham, pagam e ainda têm de ouvir o administrador do saque falar como se fosse ele o sacrif**ado!

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22/10/2026

O socialista André Ventura deseja resolver o problema da habitação com mais socialismo!

André Ventura foi à SIC Notícias mostrar que a sua alternativa ao socialismo consiste em continuar a praticá-lo: limitar cauções, condicionar aumentos de rendas e retirar benefícios fiscais. Muda o discurso, mantém a receita que estrangula a habitação.

Se alguns pagam menos impostos, a solução é baixar os impostos aos restantes. Ventura prefere nivelar pela roubalheira. Depois, propõe devolver pelo IRS parte do que as pessoas pagam: primeiro o Estado assalta, depois o contribuinte pede uma esmola na declaração fiscal. Eis a “ruptura” com o sistema!

Limitar cauções também tem consequências. Quando um proprietário não pode negociar uma garantia que considere suficiente, pode simplesmente desistir de arrendar. E quem f**a prejudicado? Precisamente quem procura casa, sobretudo quem tem rendimentos menos estáveis.

O Partido Libertário defende as únicas soluções viáveis para resolver o problema pela raiz: liberdade contratual, respeito pela propriedade privada e fim da pilhagem fiscal sobre a habitação.

Senhorios e inquilinos devem poder acordar livremente rendas, cauções, prazos e actualizações. Os contratos devem ser cumpridos e o proprietário deve conseguir recuperar rapidamente o imóvel em caso de incumprimento.

Se a habitação é assim tão fundamental, acabem com a roubalheira: IMI, IMT, imposto do selo, IVA na construção e IRS sobre as rendas. Libertem a construção das barreiras burocráticas que encarecem e atrasam novas casas.

Não se tornam as casas acessíveis castigando quem constrói, compra ou arrenda. É preciso permitir mais oferta, reduzir custos e dar segurança a quem disponibiliza imóveis.
Ventura quer continuar a mandar na propriedade dos outros. Nós queremos devolver aos seus donos a liberdade de a usar – e aos inquilinos a possibilidade de encontrar mais casas.

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21/10/2026

O propagandista Leitão Amaro diz que nos “apoia”!

“Estamos a dar tudo o que temos”, diz Leitão Amaro. Tudo o que têm? O Estado não produz esse dinheiro. Antes de o “dar”, teve de o assaltar a trabalhadores, empresas e consumidores.

É um absurdo: primeiro chama-se “receita fiscal” ao dinheiro confiscado através de impostos; depois, quando se cobra menos 23 cêntimos por litro do que se cobraria coercivamente, aparece a palavra mágica – “apoio”!

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É uma operação linguística extraordinária. Imagine-se um assaltante que leva 100 euros da carteira, devolve 23 e anuncia: “Apoiei esta família com 23 euros”. Faltaria apenas uma conferência de imprensa para explicar o “enorme esforço financeiro”.

É esta a Matrix fiscal: “apoio”, “ajuda”, “desconto”, “esforço”, “benefício”. Palavras escolhidas para transformar um assalto em generosidade e fazer da vítima beneficiária daquilo que começou por lhe pertencer.

A crítica libertária é muito mais simples: quando o Estado reduz um imposto, não está a dar dinheiro à vítima; está a deixar-lhe mais do seu próprio dinheiro.

O Partido Libertário rejeita esta linguagem e chama-lhe aquilo que é: o ladrão devolver parte do saque e dizer que está a apoiar a vítima. Roubar menos não é apoiar. É roubar menos!

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20/10/2026

Crise da habitação: nova crise gerada pelos bandidos!

O Estado encarece a habitação e depois apresenta-se como salvador de quem já não consegue pagar uma casa. Cobra na compra, na construção, na propriedade e no arrendamento. Impõe obstáculos à construção e à contratação. Perante a escassez, propõe mais intervenção sobre quem ainda disponibiliza casas!

Uma casa não nasce de um discurso parlamentar. Exige terreno, materiais, trabalho, poupança e investimento. Cada imposto acrescenta um encargo; cada atraso administrativo consome recursos e tempo, diminuindo o retorno; cada ameaça à propriedade torna menos atractivo construir ou arrendar.

A expansão monetária também não fabrica tijolos: aumenta a capacidade de licitar bens cuja oferta não cresce automaticamente. Quando a procura aumenta e a construção encontra obstáculos, não há decreto que faça aparecer as casas em falta.

Mas a resposta política insiste em tratar o proprietário como culpado e a propriedade alheia como instrumento de assistência social. Quem arrenda uma casa não assume a obrigação de sustentar indefinidamente quem deixa de cumprir o contrato. Obrigar um particular a suportar esse encargo é transferir coercivamente para ele uma responsabilidade que nunca aceitou.

Limitar rendas e dificultar a recuperação dos imóveis pode render votos imediatos – é o isso que os bandidos pretendem. Também dá a quem pondera arrendar mais uma razão para manter a casa fora do mercado.

O Partido Libertário defende a liberdade de construir, contratar e dispor do que legitimamente pertence a cada um. Isto só se resolve quando acabar a roubalheira dos impostos, quando forem eliminadas as regulações que impedem a livre contratação e a legislação que limita a propriedade privada, e quando um proprietário puder recuperar prontamente a sua propriedade em caso de incumprimento.

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18/10/2026

Centeno: uma vida a parasitar, sem nunca lutar por clientes

Mário Centeno troça de Passos Coelho por este dizer “é preciso fazer o que é preciso” e recomenda-lhe um doutoramento. Extraordinária arrogância de quem tem um percurso profissional público sem qualquer emprego conhecido numa empresa sujeita à escolha voluntária dos consumidores.

Universidade pública, Banco de Portugal, Governo: Centeno fez carreira em instituições sustentadas pela cobrança coerciva de impostos ou integradas no sistema de poder monetário, criador de inflação que nos rouba de forma silenciosa.

Para um libertário, viver desse aparelho e apresentar-se como autoridade sobre quem trabalha e produz é o cúmulo do descaramento. Ter um cargo executivo no Estado demonstra capacidade para parasitar; não demonstra capacidade para conquistar clientes.

Passos Coelho também merece escrutínio: as ligações partidárias aos amigos Ângelo Correia e Eduardo Catroga não desaparecem por as empresas serem privadas. Mas trabalhou no sector privado e lecciona na Lusíada, onde existem alunos que escolhem pagar pelo ensino. Também lecciona numa universidade pública, pelo que não lhe passamos qualquer certif**ado de independência do bandido estacionário.

Centeno, reformado aos 59 anos, parece agora ter tempo para distribuir certif**ados de utilidade e procurar palco. Se esta exposição prepara o regresso a um cargo executivo, dispensamos o serviço deste parasita.

O Partido Libertário abomina o parasitismo político: viver dos recursos retirados coercivamente a quem produz e ainda tratar os restantes como incapazes. É nesse sentido que consideramos parasitária uma carreira construída dentro desse aparelho.

Centeno exige execução? Nós exigimos que nos deixem viver livres destes parasitas. Experimentem conquistar o consentimento de quem vos paga, em vez de governar sobre quem não pode recusar a factura. É isso que é preciso fazer.

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17/10/2026

“Dê o braço”, dizia Robert Francis Prevost, o actual Papa Leão XIV

“Dê o braço”, dizia Robert Francis Prevost, bispo de Chiclayo, em 2021 e actual Papa Leão XIV. Mas onde estava a defesa da liberdade de quem não queria dá-lo?

De um representante da Igreja de Cristo esperava-se uma voz firme contra os abusos de um poder que prendeu ilegalmente populações e condicionou liberdades à apresentação de certif**ados n***s. “Não vos façais servos dos homens” (Coríntios 7:23). Se o corpo é o “templo do Espírito Santo” (Coríntios 6:19), com que autoridade pode um governante dispor dele? Pertencer a Deus não é pertencer ao Estado.

Prevost afirmava que “assim, e só assim” poderíamos diminuir o contágio. Esse “só assim” transformava uma intervenção médica numa obrigação moral apresentada sem reservas. Os ensaios iniciais das inoculações experimentais falavam na prevenção da doença, não a demonstração de que os inoculados deixariam de transmitir o suposto vírus. A redução possível da transmissão nunca existiu!

Também o argumento do “serviço aos outros” exige rigor: proteger o próprio contra doença grave e proteger terceiros contra infecção são benefícios distintos. Nenhum dispensa consentimento informado, transparência sobre riscos ou respeito pela recusa.

Para o Partido Libertário, existem dois direitos sagrados, anteriores ao Estado: o direito ao próprio corpo - cada pessoa decide o que nele introduz, sem coacção nem certif**ados n***s que convertam liberdades em privilégios - e o direito à propriedade de bens escassos, de uso exclusivo, adquiridos legitimamente pela apropriação original através do trabalho, pela compra ou pela herança voluntária.

A caridade pede adesão livre. A obediência arrancada pelo medo é matéria-prima do totalitarismo. Um pastor deve defender a consciência individual, mesmo quando contraria o poder, tal como Cristo fez: “A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido num covil de ladrões”!

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CONVÍVIO LIBERTÁRIO EM MATOSINHOSNo próximo 17 de Outubro, juntamo-nos em Matosinhos para um almoço de convívio entre li...
15/10/2026

CONVÍVIO LIBERTÁRIO EM MATOSINHOS

No próximo 17 de Outubro, juntamo-nos em Matosinhos para um almoço de convívio entre libertários, apoiantes e simpatizantes.

Reserva já: https://zurl.co/fvDa2

Sem congressos, sem formalismos e sem discursos intermináveis: boa conversa, boa comida e liberdade à mesa.

Será também uma oportunidade para dar conta da evolução da recolha de assinaturas para a constituição do Partido Libertário e dos próximos passos do projecto.

📍 Petiscos no Mercado — Mercado Municipal de Matosinhos
🕧 12h30
💶 35 € por pessoa, com almoço e bebidas incluídos
📌 Local: https://zurl.co/0K3lX
As vagas são limitadas.
Vem conhecer outros libertários e acompanhar de perto o crescimento do Partido Libertário.

Reserva já: https://zurl.co/fvDa2

13/10/2026

Murray Rothbard no Porto: o pânico dos parasitas!

No passado dia 27 de Junho, o Porto recebeu uma conferência internacional para homenagear Murray Rothbard, no centenário do seu nascimento. O maior economista do século XX, seguido de Ludwig von Mises. Estiveram presentes gigantes do pensamento libertário como Hans-Hermann Hoppe, Saifedean Ammous, Anxo Bastos e Stephan Kinsella.

Na Assembleia Municipal do Porto, um deputado do Chega teve a ousadia de propor um voto de saudação ao acontecimento. Foi o espectáculo do costume: a ignorância, a arrogância e a indigência intelectual da casta parasitária em todo o seu esplendor!

Um iluminado da Iniciativa Liberal - sim, Liberal! - resolveu invocar Joseph Goebbels para atacar o Chega. Um argumento intelectual de uma profundidade verdadeiramente assombrosa!

O representante do PSD, horrorizado, denunciou que Rothbard era contra o Estado Social. Naturalmente! Contra o sistema em que se rouba à Maria para dar ao Pedro, depois de uma generosa fatia f**ar nas mãos dos intermediários políticos e burocráticos que vivem do saque. Como o personagem do discurso!

Mas a melhor pérola estava reservada para outro génio: Rothbard queria acabar com o Estado! Ai, Jesus! Que horror!

Rothbard defendia algo verdadeiramente revolucionário para estes energúmenos: que cada ser humano é proprietário do seu corpo e dos bens legitimamente adquiridos, e que ninguém tem o direito de se apropriar deles pela força.

Nem um assaltante de esquina. Nem uma organização de assaltantes com bandeira, hino, parlamento e poder de confiscar o que é dos outros.

É precisamente por isso que Rothbard defendia a abolição do Estado: porque aquilo que constitui um crime quando praticado por um indivíduo - roubar, extorquir ou apropriar-se pela força da propriedade alheia - não deixa de ser um crime só porque é praticado por uma organização que se autodenomina Estado!

A reacção destes senhores explica tudo: não têm medo das ideias de Rothbard. Têm medo de perder o privilégio de viver à custa dos outros!

Vem almoçar connosco no próximo Sábado: https://zurl.co/7jj5Z

Endereço

Um Dia Na Assembleia Da República
Porto

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