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‼️⚠️ BLOCO DENUNCIA POLUIÇÃO NO RIO UIMA, NAS CALDAS DE SÃO JORGEA CCC BE Feira denúncia, mais uma vez, a poluição const...
02/10/2026

‼️⚠️ BLOCO DENUNCIA POLUIÇÃO NO RIO UIMA, NAS CALDAS DE SÃO JORGE

A CCC BE Feira denúncia, mais uma vez, a poluição constante do Rio Uima. Por diversas ocasiões, nos últimos anos, temos constatado um desprezo e desleixo completo na fiscalização das descargas ilegais nas linhas de água no concelho.

É urgente que a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira deixe de uma vez por todas de fechar os olhos aos graves crimes ambientais que acontecem no município.

Propomos uma ligação estreita e constante com os organismos de fiscalização, de modo a penalizar os infratores e a evitar reincidências. Paralelamente, urge que sejam reforçados meios de fiscalização para o efeito.

A fauna, a flora e a saúde pública no concelho de Santa Maria da Feira não podem continuar a ser negligenciadas!

30/09/2026

Na passada segunda-feira, dia 28 de setembro, ao final da tarde, deflagrou um incêndio numa automotora do Vouguinha, junto a São Paio de Oleiros, no concelho de Santa Maria da Feira. De acordo com as notícias vindas a público, o incêndio terá tido origem numa avaria no sistema de exaustão da automotora.

Os passageiros tiveram de abandonar a composição e foram depois transportados de autocarro até aos respetivos destinos. O incêndio foi apagado pelos trabalhadores da CP e pelos Bombeiros Voluntários de Espinho e uma passageira de 37 anos foi transportada, por precaução, para o Hospital de São Sebastião, em Santa Maria da Feira.

A Linha do Vouga liga Espinho a Aveiro e atravessa os concelhos de Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha e Águeda, numa das zonas com maior densidade populacional e atividade industrial do país. É utilizada diariamente por trabalhadores e estudantes que dependem deste comboio para as suas deslocações e que, há anos, convivem com atrasos, supressões e avarias.

Este incêndio não é um episódio isolado. Segundo o jornal Público, em apenas dois meses deste ano a CP suprimiu 97 comboios na Linha do Vouga, por avarias do material circulante, falta de revisores, falta de PDA e até roubo de gasóleo. As automotoras da série 9630, que asseguram o serviço, estão no limite da sua vida útil e o Movimento Cívico pela Linha do Vouga tem alertado para o facto de as avarias constantes serem a principal causa das supressões.

Apesar disso, a aquisição de novo material circulante para a linha continua sem data. A CP tem justificado o adiamento com a falta de decisão sobre a eletrificação da linha, que está prevista no Programa Nacional de Investimentos 2030. Em março deste ano, foi assinado em Aveiro um aditamento ao contrato de compra de novas automotoras para a CP, sem que nenhuma se destine à Linha do Vouga.

O Bloco de Esquerda tem vindo a denunciar o abandono a que a Linha do Vouga tem sido votada pelos sucessivos Governos. A falta de investimento no material circulante e nos trabalhadores da CP coloca em causa a qualidade do serviço e, como este incêndio demonstra, a segurança de passageiros e trabalhadores. Numa região onde a dependência do automóvel é muito elevada, a degradação da linha afasta as pessoas do transporte público, com custos para as famílias e para o ambiente.

A CP é uma empresa pública e o Governo tem responsabilidade direta nesta matéria. Importa, por isso, saber que medidas estão a ser tomadas para garantir a segurança da circulação e a renovação do material circulante na Linha do Vouga.

O Bloco de Esquerda irá dirigir ao Governo, através do Ministério das Infraestruturas e Habitação, as seguintes perguntas:

1. Tem o Governo conhecimento desta situação?

2. Já foram apuradas as causas do incêndio? A ocorrência foi comunicada ao Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) e ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT)?

3. Quantas automotoras se encontram atualmente operacionais na Linha do Vouga e qual o seu estado de manutenção?

4. Para quando está prevista a aquisição de novo material circulante para a Linha do Vouga?

5. Que medidas vai o Governo adotar para reforçar o número de trabalhadores da CP afetos a esta linha, nomeadamente revisores, maquinistas e pessoal de manutenção?

6. Está o Governo disposto a avançar com um plano de investimento para a modernização da Linha do Vouga, com prazos e verbas definidos?

23/09/2026
O Bloco de Esquerda lançou um repto público a todos os partidos eleitos na Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira ...
19/09/2026

O Bloco de Esquerda lançou um repto público a todos os partidos eleitos na Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira (PSD, PS, CH e IL) para que estes pugnem de forma democrática para que o órgão onde ocupam lugar debata a petição “Indaqua Fora de Santa Maria da Feira”.

A voz de mais de 1800 peticionários não pode ser ignorada e nenhum deputado municipal pode ficar indiferente e muito menos conivente com o silenciamento desta petição.

Os Feirenses estão fartos da Indaqua e exigem que ela esteja fora do nosso concelho. São anos demais a pagar das águas mais caras do país com um serviço péssimo para as famílias de Santa Maria da Feira.

Que posição terão estes partidos?
Estão ao lado do povo de Santa Maria da Feira ou dos interesses privados da empresa Indaqua?

No Bloco de Esquerda sabemos de que lado estamos, estaremos sempre ao lado dos levados de uma das faturas da água mais cara do país. E não nos calaremos enquanto esta injustiça não acabar!

A 25 de setembro, a Assembleia tem de decidir: vai ouvir os 1.834 feirenses ou vai continuar a proteger a Indaqua?Há qua...
17/09/2026

A 25 de setembro, a Assembleia tem de decidir: vai ouvir os 1.834 feirenses ou vai continuar a proteger a Indaqua?

Há quase três meses que a Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira tem em mãos a petição "Indaqua Fora de Santa Maria da Feira", com 1.834 assinaturas de peticionários que exigem o fim da concessão privada da água e o regresso do serviço à gestão pública ainda neste mandato. A Assembleia Municipal ordinária foi já convocada para o próximo dia 25 de setembro. É esta a oportunidade que os deputados municipais têm para deixar de adiar o assunto.

Esta semana a própria Indaqua veio ajudar-nos a explicar porque insistimos. O Tribunal do Trabalho de Santa Maria da Feira condenou a empresa a pagar 14.461,41 euros a uma antiga funcionária administrativa, admitida em 2000, a quem nunca pagaram as diuturnidades a que tinha direito, com efeitos retroativos a 2006, ano em que a Indaqua decidiu, por conta própria, suspender a progressão automática na carreira dos seus trabalhadores. A funcionária só reclamou o que lhe era devido depois de se reformar, em 2025. E convém lembrar: em 2025, a Indaqua fechou o ano com 12 milhões de euros de lucro.

Não é preciso grande imaginação para ligar os pontos. É a mesma empresa que cobra aos feirenses a água mais cara do distrito de Aveiro e uma das mais caras do país, alegando sempre que os aumentos são inevitáveis, que os custos são estes e mais não há. É a mesma empresa que, ao que agora se sabe, geriu durante quase vinte anos a carreira de uma trabalhadora sua sem lhe pagar o que a lei manda: e só o fez depois de um tribunal a obrigar. Quem trata assim quem trabalha para si, como é que trata quem depende do seu serviço para ter água em casa?

O coordenador da Comissão Coordenadora Concelhia do Bloco de Esquerda de Santa Maria da Feira já apelou diretamente à Presidente da Assembleia Municipal para que este assunto seja finalmente debatido no órgão.

O Bloco vai ainda mais longe: todos os partidos com assento na Assembleia, sem excepção, têm o dever de se pronunciar favoravelmente a que este debate entre na ordem de trabalhos do dia 25.

Não é uma questão de mera cor política, é uma questão de respeito pelos peticionários e pelos interesses de todos os feirenses, que pagam a fatura mais cara da região por um serviço que, sabemos agora com mais clareza, é gerido a favor do lucro e não das pessoas.

Os 1.834 subscritores desta petição não pediram um favor. Pediram que a gestão da água voltasse a estar nas mãos de quem responde perante os Feirenses, e não perante acionistas. Esta petição não pode continuar a apanhar pó numa gaveta.O Bloco de Esquerda insta que a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e a Indaqua expliquem, com números, porque continuamos a pagar o que pagamos. E que, no dia 25 de setembro, a Assembleia Municipal decida, de uma vez, se a voz de quase duas mil pessoas vale ou não um debate?

Embora sem representação na Assembleia Municipal, o BE apelou aos grupos municipais para promoverem um debate específico...
10/07/2026

Embora sem representação na Assembleia Municipal, o BE apelou aos grupos municipais para promoverem um debate específico sobre a petição. Os bloquistas defendem que entre os 1834 subscritores “há certamente muitos eleitores do PSD [partido que lidera o município]”, considerando que interpretar a vitória eleitoral como um apoio incondicional à atual gestão da concessão constitui “uma atitude de soberba”.

Ao JN, o presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Amadeu Albergaria, não quis tecer qualquer comentário sobre as críticas e reivindicações do BE.

Uma petição com 1834 assinaturas a exigir o fim da concessão da rede de água à Indaqua e a remunicipalização do serviço, ainda neste mandato autárquico, foi entregue pelo BE na Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira.

07/07/2026

🚰 Esta petição precisa de ser debatida na Assembleia Municipal!

Indaqua fora de Santa Maria da Feira.

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