Célia Pessegueiro

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Célia Pessegueiro Unir os pontassolenses em torno de um projeto comum - Seriedade e Competência

A candidata pelo Partido Socialista à Câmara Municipal da Ponta do Sol nasceu em 1980, na Freguesia dos Canhas, Ponta do Sol. Iniciou a sua vida política neste Concelho no final da década de 90, tendo-se seguido um período intenso de participação que culminou com a eleição para órgãos locais e regionais, partidários e públicos. Foi membro da Assembleia Municipal da Ponta do Sol e Deputada à Assembleia Legislativa Regional na altura em que assumiu também a liderança da JS-Madeira. Profissionalmente, Célia Pessegueiro é editora, experiência que acumula com a organização de eventos culturais. É licenciada em Línguas e Literaturas Clássicas e Portuguesa pela Universidade da Madeira, onde foi eleita para o Conselho Pedagógico e para o Senado em representação dos alunos. Ao longo dos últimos anos tem-se mantido ligada ao Partido Socialista nos órgãos regionais e nacionais, e, mais recentemente assumiu igualmente a coordenação dos Assuntos Sociais no Laboratório de Ideias da Madeira, estrutura onde se debruçou sobre questões relacionadas com o desemprego e os novos problemas sociais. Agora que completou 33 anos, decidiu aceitar o convite para encabeçar a lista do PS à Câmara Municipal da Ponta do Sol, certa que esta é a posição de onde pode pôr em prática as suas ideias, aquilo em que acredita que pode fazer diferente.

Há quem espere por uma casa. E há terrenos à espera que o Governo cumpra a palavra.Hoje estive junto ao Tecnopolo, naqui...
29/10/2026

Há quem espere por uma casa. E há terrenos à espera que o Governo cumpra a palavra.

Hoje estive junto ao Tecnopolo, naquilo a que chamei a «terra prometida». Porque, ao longo dos anos, já se prometeu de tudo para aquele espaço: feiras, pista de atletismo, pavilhões… Em 2023, foi a vez de 250 a 300 habitações.

As promessas foram mudando. O terreno continua igual.

Entretanto, a vida das pessoas não f**a à espera. A renda vence todos os meses. Os jovens adiam a saída de casa dos pais. As famílias fazem contas sem saber onde podem morar.

É por isso que insisto: se estes terrenos são para habitação cooperativa, é preciso cedê-los e criar condições para construir a custos controlados. Com compromissos no Orçamento Regional e prazos que as pessoas possam conhecer e acompanhar.

Vou continuar a exigir respostas. Porque cada ano perdido neste terreno é mais um ano de espera para quem precisa de casa.

Ninguém pode morar numa promessa.

Hoje foi inaugurado oficialmente o ginásio do amigo Alex Sampaio Fitness Center. Parabéns pelo excelente trabalho que ve...
26/10/2026

Hoje foi inaugurado oficialmente o ginásio do amigo Alex Sampaio Fitness Center. Parabéns pelo excelente trabalho que vens desenvolvendo, trabalho que conheço de perto, em especial desde 2018, quando iniciamos o Campo Férias Ponta do Sol, e depois, em 2022, quando iniciamos a parceria do “Ponta do Sol com Vida”, que junta várias gerações em atividade física regular. Desejo os maiores sucessos para ti e para toda a equipa que te acompanha porque a Ponta do Sol merece ter uma infraestrutura física e humana de excelência

Parabéns, José Arlindo! É uma alegria ver um filho dos Canhas, Ponta do Sol, assumir esta responsabilidade na nossa Made...
23/10/2026

Parabéns, José Arlindo! É uma alegria ver um filho dos Canhas, Ponta do Sol, assumir esta responsabilidade na nossa Madeira. Desejo-te as maiores felicidades nesta nova missão!

O próximo comandante territorial da GNR na Madeira é madeirense. Trata-se do coronel José Arlindo Varela Pereira.

A cerimónia de tomada de posse está agendada para 28 de outubro, com a presença do Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana.

Hoje, o atual comandante Marco Nunes apresentou as despedidas ao Representante da República.

O coronel esteve 14 anos à frente da GNR.

Quanto ao novo comandante, Varela Pereira é formado em ciências militares e em direito e estava a exercer funçoes na divisão de assessoria jurídica da GNR. É natural da Ponta do Sol e é o primeiro madeirense a desempenhar o cargo após a passagem da guarda fiscal para comando territorial.

O futuro da Madeira precisa de ter lugar para os madeirenses.Quero uma Madeira onde um jovem possa estudar, trabalhar e ...
20/10/2026

O futuro da Madeira precisa de ter lugar para os madeirenses.

Quero uma Madeira onde um jovem possa estudar, trabalhar e ter condições para f**ar. Onde uma família consiga pagar a casa e chegar ao fim do mês. Onde os mais velhos possam continuar na sua freguesia, perto dos seus, numa casa segura e adaptada às suas necessidades.

Precisamos de construir mais habitação a preços acessíveis, recuperar casas devolutas, apoiar as cooperativas e dar estabilidade ao arrendamento. E precisamos de ajudar quem tem casa própria, mas não tem meios para fazer as obras de que precisa.

Os apoios à recuperação e à acessibilidade têm de chegar às pessoas, com regras simples e respostas em tempo útil. Quem tem chuva dentro de casa não pode f**ar à espera de um processo que nunca mais se resolve.

Há quem tenha uma casa e não consiga pagar um telhado que impeça a chuva de entrar. Há quem precise de uma rampa para sair à rua e não tenha dinheiro para a construir. Estas pessoas também precisam de uma resposta.

Construir mais exige também planear melhor: garantir acessos, transportes, água, espaços verdes e serviços. Ouvir quem lá vive. Fiscalizar. E explicar, com transparência, quantas casas vão existir, quando f**am prontas e a quem se destinam.

É este trabalho que quero aprofundar, juntando moradores, autarquias, técnicos, cooperativas e empresas. Com soluções concretas, responsáveis e prazos que todos possam acompanhar.

Viver com dignidade tem de ser um direito de todos.

A Madeira não pode crescer a qualquer preço.Hoje reuni com a Ordem dos Arquitetos para falar do futuro do nosso territór...
19/10/2026

A Madeira não pode crescer a qualquer preço.

Hoje reuni com a Ordem dos Arquitetos para falar do futuro do nosso território.

Amanhã, o Parlamento discute a construção em altura. Propusemos ouvir primeiro os arquitetos, os engenheiros e os engenheiros técnicos. Não quiseram.

Mas como se decide o futuro da nossa paisagem sem ouvir quem percebe do assunto?

Falámos também das novas regras do urbanismo, da importância da fiscalização e da necessidade de valorizar a carreira dos arquitetos na Administração Pública.

Queremos uma Madeira que cresça, que se desenvolva e que crie oportunidades. Mas com planeamento, equilíbrio e respeito pela nossa identidade.

Porque construir mais alto não é o mesmo que pensar mais longe.

Um em cada cinco madeirenses está em risco de pobreza. São famílias que passam dificuldades e pessoas que, mesmo trabalh...
17/10/2026

Um em cada cinco madeirenses está em risco de pobreza. São famílias que passam dificuldades e pessoas que, mesmo trabalhando, não conseguem fazer face às despesas. Esta realidade exige respostas do Governo Regional.
Miguel Albuquerque não pode aceitar os estudos quando os resultados lhe agradam e desvalorizá-los quando mostram o que está mal. Sobretudo quando são apresentados por uma entidade com a qual o próprio Governo trabalha.
Há uma contradição que precisa de ser explicada: o Governo reforça o PROAGES em dois milhões de euros, reconhecendo as dificuldades de cerca de cinco mil famílias, mas o seu presidente desvaloriza os números da pobreza.
É preciso assumir esta realidade e integrá-la nas políticas do Governo Regional. Foi isso que hoje defendi e é isso que continuarei a exigir.

Os madeirenses não podem continuar à espera do novo Hospital sem saber quanto vai custar, quem vai pagar e quando estará...
17/10/2026

Os madeirenses não podem continuar à espera do novo Hospital sem saber quanto vai custar, quem vai pagar e quando estará ao seu serviço.

Em apenas dez meses, o valor desta terceira fase do concurso passou de 265 para 415 milhões de euros. O Governo Regional tem de explicar este aumento e apresentar os documentos que o sustentam. Estamos a falar de dinheiro público. A transparência é uma obrigação.

Ao mesmo tempo, o financiamento de 50% da obra pelo Governo da República continua sem estar assegurado. Não basta remeter para uma portaria de 2018, quando os custos já são outros. Ou Montenegro não se compromete porque tem dúvidas quanto aos valores apresentados por Miguel Albuquerque?

Quem governa tem de assumir as suas responsabilidades. Tem de garantir o financiamento e explicar onde vai buscar o dinheiro que falta, sem comprometer outros investimentos necessários à Região.

Continuarei a exigir respostas. A saúde dos madeirenses não pode continuar à espera.

Reuni com a Secção Regional da Ordem dos Engenheiros Técnicos para ouvir as suas preocupações e os seus contributos para...
16/10/2026

Reuni com a Secção Regional da Ordem dos Engenheiros Técnicos para ouvir as suas preocupações e os seus contributos para a Madeira.

A construção em altura foi um dos temas em debate. A possibilidade técnica desta solução não signif**a que permita reduzir os custos, uma vez que implica outras exigências. É por isso que precisamos de decisões sustentadas em conhecimento técnico e de um debate público esclarecido.

Falámos também da carreira dos engenheiros na Administração Pública. As responsabilidades que assumem devem ter o devido reconhecimento no seu enquadramento profissional.

Ouvir quem conhece o terreno é essencial para decidir melhor. Agradeço a estes profissionais a disponibilidade e os contributos partilhados nesta reunião.

O Porto Santo não pode f**ar à espera que o barco volte.Para quem vive no Porto Santo, a ligação à Madeira faz parte da ...
14/10/2026

O Porto Santo não pode f**ar à espera que o barco volte.

Para quem vive no Porto Santo, a ligação à Madeira faz parte da vida. É necessária para trabalhar, estudar, acompanhar a família, aceder a cuidados de saúde e manter um negócio a funcionar.

A paragem do Lobo Marinho volta a mostrar como a vida de uma ilha inteira depende de um único navio. Uma avaria pode acontecer. Precisamos estar preparados para responder quando acontece.

Não podemos pedir aos porto-santenses que reorganizem a sua vida sempre que falha a ligação marítima, sobretudo porque o avião não substitui o barco. Cabe a quem governa garantir alternativas que respondam às necessidades das pessoas e das empresas. E garantir que as alternativas, quando estão previstas, são de facto implementadas.

Defendo uma ligação regular, fiável e acessível entre as duas ilhas, com uma solução de substituição preparada para os períodos de paragem. E defendo que os residentes sejam ouvidos na construção dessa resposta. São eles que conhecem melhor as dificuldades e que vivem as consequências de cada decisão.

A solidariedade com o Porto Santo tem de se traduzir em soluções concretas.

Quem vive no Porto Santo tem o mesmo direito à mobilidade, à saúde e às oportunidades que qualquer outro cidadão da nossa Região. É esse compromisso que quero ver cumprido, todos os dias do ano.

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9230-116

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