29/10/2026
Há quem espere por uma casa. E há terrenos à espera que o Governo cumpra a palavra.
Hoje estive junto ao Tecnopolo, naquilo a que chamei a «terra prometida». Porque, ao longo dos anos, já se prometeu de tudo para aquele espaço: feiras, pista de atletismo, pavilhões… Em 2023, foi a vez de 250 a 300 habitações.
As promessas foram mudando. O terreno continua igual.
Entretanto, a vida das pessoas não f**a à espera. A renda vence todos os meses. Os jovens adiam a saída de casa dos pais. As famílias fazem contas sem saber onde podem morar.
É por isso que insisto: se estes terrenos são para habitação cooperativa, é preciso cedê-los e criar condições para construir a custos controlados. Com compromissos no Orçamento Regional e prazos que as pessoas possam conhecer e acompanhar.
Vou continuar a exigir respostas. Porque cada ano perdido neste terreno é mais um ano de espera para quem precisa de casa.
Ninguém pode morar numa promessa.