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CDU VALONGO Informações sobre o concelho de valongo (alfena, campo, ermesinde, sobrado e valongo) e sobre a atividade da CDU.

Realiza-se, no próximo sábado, a Assembleia da Organização de Freguesia de Valongo do P*P. ⏰ Às 15h 📍 no Centro de Traba...
22/10/2026

Realiza-se, no próximo sábado, a Assembleia da Organização de Freguesia de Valongo do P*P.
⏰ Às 15h
📍 no Centro de Trabalho de Campo ( Rua Central da Retorta, nº 371)

Divulga e participa!

É lamentável que, apenas um ano após as obras na ponte sobre o rio Leça, na Travagem, os seus acessos já apresentem sina...
17/10/2026

É lamentável que, apenas um ano após as obras na ponte sobre o rio Leça, na Travagem, os seus acessos já apresentem sinais de degradação. Uma intervenção que deveria garantir melhores condições de circulação e durabilidade não deveria revelar problemas em tão pouco tempo. Importa perceber o que está a falhar e exigir uma intervenção atempada, para que o investimento realizado não se perca e os cidadãos possam usufruir de acessos seguros e em boas condições. Afinal, não basta fazer obras, é preciso garantir que são bem feitas e duradouras.

30/09/2026

CDU exige respostas sobre ETAR de Ermesinde e poluição no Rio Leça

A CDU alertou, na Assembleia Municipal de Valongo realizada no dia 28 de setembro, para a situação da ETAR de Ermesinde e para a poluição do Rio Leça, exigindo esclarecimentos sobre o atraso na modernização da infraestrutura e sobre as medidas que estão a ser tomadas para resolver os problemas que têm afetado a população.

Nas últimas semanas, vários moradores de Ermesinde têm-se queixado de fortes odores a esgoto, sobretudo durante a noite. A própria concessionária, Águas de Valongo – Be Water, reconhece que a ETAR está a funcionar acima da sua capacidade: foi dimensionada para tratar 8.040 metros cúbicos por dia, mas recebe atualmente uma média de 10.317 metros cúbicos por dia.

A CDU recorda que a necessidade de intervenção não é recente. Em maio de 2025, a Câmara Municipal anunciou a requalificação e modernização da ETAR, com previsão de início dos trabalhos em 2026, mas a obra continua por concretizar.

A coligação sublinha também que a preocupação com o Rio Leça não surgiu apenas com os recentes episódios de mau cheiro. No primeiro semestre deste ano, o Grupo Parlamentar do P*P questionou o Governo, na Assembleia da República, sobre a despoluição dos rios Leça e Ferreira, defendendo medidas para combater as descargas poluentes e recuperar ambientalmente estes cursos de água.

A CDU considera necessária a fiscalização anunciada pela Câmara Municipal para identificar ligações indevidas de saneamento às linhas de água e às redes pluviais, mas entende que essa medida não resolve, por si só, o problema estrutural da ETAR.

A coligação quer ainda conhecer os resultados concretos da Associação de Municípios Corredor do Rio Leça, criada em 2021, nomeadamente ao nível da monitorização da qualidade da água e da identificação e eliminação de fontes poluidoras.

Para a CDU, é necessário esclarecer o calendário efetivo da modernização da ETAR, as medidas previstas enquanto a infraestrutura continuar sobrecarregada, os resultados das análises ao Rio Leça e as responsabilidades da concessionária na resolução do problema.
Tomada de Posição
Rio Leça e ETAR de Ermesinde — é tempo de assumir responsabilidades

A situação do Rio Leça e da ETAR de Ermesinde voltou, infelizmente, ao centro das preocupações da população.

Nas últimas semanas, os maus cheiros em Ermesinde atingiram níveis verdadeiramente impressionantes. Quem vive na cidade sabe do que estamos a falar. Há moradores que relatam um forte odor a esgoto, sobretudo durante a noite, e que são obrigados a manter as janelas fechadas.

Perante esta situação, a Câmara Municipal anuncia agora um plano de fiscalização para procurar ligações indevidas de saneamento às linhas de água e às redes pluviais. A CDU considera essa fiscalização necessária. Se existem ligações ilegais, devem ser identificadas e eliminadas.

Mas há uma pergunta inevitável:

Então e até agora?

Não estamos perante um problema descoberto há algumas semanas.

Em 2009, numa visita da CDU à ETAR de Ermesinde, os técnicos já alertavam para a proximidade do limite da sua capacidade e para o facto de essa capacidade ser ultrapassada em períodos de chuva. Passaram 17 anos.

E hoje nem sequer precisamos de recorrer aos alertas da CDU.

É a própria concessionária, Águas de Valongo – Be Water, que reconhece que a ETAR, em funcionamento desde 1998, foi dimensionada para tratar 8.040 metros cúbicos de efluentes por dia, mas recebe atualmente, em média, 10.317 metros cúbicos por dia.

Ou seja, recebe diariamente um volume de efluentes cerca de 28% superior à sua capacidade instalada. A própria empresa reconhece que a instalação opera acima da sua capacidade hidráulica e mássica e que esta situação tem provocado constrangimentos ao seu correto funcionamento.

Portanto, não estamos perante perceções, exageros ou acusações políticas.

É a própria concessionária que reconhece o problema.

E isto torna ainda mais difícil compreender como foi possível deixar chegar uma infraestrutura essencial a esta situação.

Em 20 de maio de 2025, a Câmara anunciava que a requalificação e modernização da ETAR ia “finalmente avançar”.

Falava-se de uma obra de 17 milhões de euros, financiada em 70% por fundos comunitários, que deveria ser adjudicada até ao final de 2025, prevendo-se o início das obras em 2026.

Na altura, dizia-se mesmo que, com esta intervenção, se estaria a cumprir o objetivo de despoluir o Rio Leça.

Mas chegámos a setembro de 2026 e a obra continua por executar.

Por isso, a CDU pergunta:

Porque demorou tanto tempo uma intervenção cuja necessidade era conhecida há tantos anos?

E quem assume a responsabilidade por esse atraso?

Em 2021 foi criada a Associação de Municípios Corredor do Rio Leça, envolvendo Valongo, Santo Tirso, Maia e Matosinhos, precisamente com o objetivo de recuperar e reabilitar o rio.

Cinco anos depois, é legítimo perguntar:

Para que serve esta Associação se é agora necessário anunciar que se vai novamente para o terreno procurar fontes de poluição?

No dia 31 de maio deste ano, o Grupo Parlamentar do P*P apresentou na Assembleia da República uma pergunta ao Governo sobre a despoluição do Rio Leça.

Ainda assim, importa questionar também a autarquia de Valongo:Que monitorização foi realizada?
Que fontes poluidoras foram identificadas e eliminadas?
Que controlo existe sobre a qualidade da água?
Que acompanhamento foi feito à situação da ETAR?
Que resultados concretos apresenta esta Associação ao fim de cinco anos?

Uma associação criada para recuperar o Rio Leça não pode limitar-se à valorização paisagística, aos percursos pedonais ou às ações de promoção.

O principal indicador da recuperação de um rio tem de ser o estado do próprio rio.

É também difícil não notar o contraste quando o Corredor do Leça surge associado a prémios e distinções ligados ao espaço público, à regeneração ambiental e à sustentabilidade, enquanto, em Ermesinde, a população protesta contra o cheiro a esgoto.

Sabemos que um prémio de espaço público não é uma certificação da qualidade da água. Mas, precisamente por isso, estes prémios não podem ser utilizados politicamente como demonstração de que está tudo bem.

Nenhum prémio limpa o Rio Leça. E nenhum prémio elimina o cheiro que a população sente.

Há ainda uma questão fundamental que não pode ficar de fora desta discussão: a concessão privada da água e do saneamento em Valongo.

A CDU sempre se opôs a este modelo. E a situação da ETAR demonstra algumas das razões.

Estamos perante uma infraestrutura essencial cuja necessidade de ampliação era conhecida há anos, mas esta obra não estava contemplada no Plano de Investimentos da concessão.

Foi necessário alterar novamente o contrato.

Entretanto, a empresa concessionária explora há décadas o sistema, obtém resultados financeiros de milhões em lucros e, quando chega o momento de realizar um investimento estrutural desta dimensão, entram os fundos comunitários, entra o Município e são novamente ajustadas as condições da concessão.

Para a CDU, isto evidencia uma contradição profunda deste modelo.

Não podemos aceitar que os lucros sejam privados e que os grandes investimentos e os riscos acabem sucessivamente suportados pelo setor público.

A concessionária não se pode colocar à margem desta discussão.

É responsável pela exploração do sistema e é a própria empresa que reconhece que a ETAR está a funcionar acima da sua capacidade.

Por isso, a fiscalização agora anunciada não pode servir para desviar as atenções.

Fiscalizem.

Procurem ligações clandestinas.

Eliminem descargas ilegais.

Responsabilizem quem polui.

Mas isso não apaga as responsabilidades acumuladas.

Há uma ETAR sobrecarregada.

Há uma obra atrasada.

Há uma Câmara Municipal que conhecia o problema.

Há uma concessionária responsável pela exploração do sistema.

E existe há cinco anos uma Associação criada especificamente para recuperar o Rio Leça.

A CDU considera, por isso, que a Câmara Municipal deve esclarecer esta Assembleia sobre:o calendário efetivo da obra da ETAR;
as medidas que serão tomadas enquanto a ETAR continuar sobrecarregada;
os resultados das análises à água descarregada e à qualidade do Rio Leça;
os resultados concretos da Associação de Municípios Corredor do Rio Leça;
as responsabilidades efetivas da concessionária nesta situação e na respetiva solução.

Depois de tantos anos, anunciar que agora se vai fiscalizar não chega.

A população de Ermesinde não precisa de mais anúncios sobre sustentabilidade enquanto é obrigada a fechar as janelas por causa do cheiro.

Precisa de uma ETAR com capacidade adequada.

Precisa de um Rio Leça efetivamente despoluído.

Precisa que as obras prometidas sejam realizadas.

E precisa, sobretudo, que cada entidade assuma as responsabilidades que lhe cabem.

Valongo, 28 de setembro de 2026

A Coligação Democrática Unitária

29/09/2026

CDU quer esclarecimentos sobre requalificação de quatro escolas de Valongo

A CDU questionou, na Assembleia Municipal de Valongo realizada a 28 de setembro, o ponto de situação das candidaturas para a requalificação de quatro escolas do concelho e quis saber se existem atrasos ou condicionantes que possam comprometer a concretização integral das obras.

Em causa estão a Escola Básica D. António Ferreira Gomes, a Escola Básica de S. Lourenço, a Escola Básica e Secundária de Ermesinde e a Escola Básica de S. João de Sobrado, cujas candidaturas para requalificação foram recentemente apresentadas pelo Município.

As quatro intervenções representam um investimento anunciado de cerca de 31,5 milhões de euros, ao abrigo do Norte 2030.

A CDU justificou o requerimento com declarações feitas pelo presidente da Câmara Municipal, a 12 de agosto, nas quais o autarca alertou que a aprovação do financiamento, por si só, não garante a execução das intervenções, sendo necessário assegurar que as verbas chegam dentro dos prazos e abrangem todas as componentes previstas.

Perante estas declarações, a CDU quer saber quais das candidaturas estão já aprovadas, se existem prazos ou condicionantes que possam colocar alguma obra em causa e se há componentes que correm o risco de ser reduzidas, adiadas ou ficar sem financiamento. A coligação questionou ainda se já foram lançados concursos, adjudicadas empreitadas ou assinados contratos para alguma das quatro escolas.

A requalificação do parque escolar de Valongo tem sido também objeto de intervenção parlamentar. Em junho, deputados do P*P questionaram o Governo sobre a necessidade de intervenção em várias escolas do concelho, incluindo precisamente os estabelecimentos agora abrangidos por estas candidaturas.

Para a CDU, é essencial que a Câmara clarifique se as obras previstas estão efetivamente garantidas e quais poderão ser as consequências para os projetos caso o financiamento não seja disponibilizado dentro dos prazos previstos.

---- Requerimento ----

Ponto de situação das requalificações das escolas

Foi recentemente anunciado que o Município de Valongo submeteu candidaturas para a requalificação da Escola Básica D. António Ferreira Gomes, Escola Básica de S. Lourenço, Escola Básica e Secundária de Ermesinde e Escola Básica de S. João de Sobrado.

Entretanto, a 12 de agosto, o Presidente da Câmara Municipal alertou publicamente para o facto de não bastar haver financiamento aprovado, sendo necessário garantir que as verbas chegam dentro dos prazos e abrangem todas as intervenções previstas, afirmando ainda que os municípios não podem assumir encargos resultantes de decisões ou calendários que não controlam.

Face a estas declarações e à importância destas obras para as comunidades escolares, a CDU solicita à Câmara Municipal os seguintes esclarecimentos:

Qual é o ponto de situação de cada uma das quatro candidaturas e quais já se encontram aprovadas?
Existem atrasos, condicionantes ou prazos que possam colocar em causa a concretização integral de alguma destas intervenções?
Alguma componente das obras corre o risco de ser reduzida, adiada ou ficar sem financiamento?
Foram já lançados concursos, adjudicadas empreitadas ou assinados contratos relativamente a alguma destas quatro escolas?
Caso o financiamento não seja assegurado nos prazos previstos, que consequências poderá isso ter para cada um destes projetos e para o Município?


Valongo, 28 de setembro de 2026

A Coligação Democrática Unitária

29/09/2026

CDU alerta para preço da água em Valongo e contesta prolongamento da concessão

Famílias pagam 45,78 euros por mês por água, saneamento e resíduos para um consumo de 10 m³, mais de 11 euros acima da média do continente

A CDU alertou, na Assembleia Municipal de Valongo de 28 de setembro, para o elevado preço dos serviços de água, saneamento e resíduos no concelho e questionou a Câmara sobre as medidas que pretende adotar para reduzir o peso da fatura nos orçamentos familiares.

Segundo os dados mais recentes divulgados pela ERSAR, para um consumo doméstico de referência de 10 m³ mensais, a fatura em Valongo atinge 45,78 euros, enquanto a média no continente é de 34,65 euros.

Durante o debate, o presidente da Câmara afirmou, segundo a CDU, que uma redução dos preços através da renegociação do contrato implicaria aumentar o prazo da concessão. A CDU rejeita essa possibilidade, considerando que prolongar ainda mais uma concessão já extensa para conseguir tarifas mais baixas seria uma solução inadequada e contrária ao que entende dever ser a boa gestão deste tipo de contratos.

A posição ganha particular relevância, para a CDU, tendo em conta a história da própria concessão. O contrato foi celebrado em 2000, durante uma gestão PSD, inicialmente por 30 anos, tendo posteriormente sido prolongado para 36 anos. Documentação municipal e intervenções políticas da época registam a oposição do PS à solução então adotada, incluindo críticas à duração da concessão.

A CDU considera, por isso, contraditório que o prolongamento do contrato seja agora apresentado como condição para conseguir baixar os preços pagos pelos consumidores.

A coligação recorda ainda que esta não é uma preocupação recente. Em 2020 propôs que a Câmara iniciasse uma renegociação com a Águas de Valongo destinada a reduzir os custos suportados pelos consumidores e tem vindo, desde então, a alertar para os sucessivos aumentos da fatura.

Com a atual concessão a terminar em 2036, a CDU quer saber que medidas a Câmara pretende tomar para reduzir os encargos das famílias, como pretende atuar junto da concessionária e, sobretudo, que modelo está a preparar para a gestão da água e do saneamento depois do fim do atual contrato.

---- Tomada de Posição ----

Preço da água em Valongo

Os dados mais recentes divulgados pela ERSAR voltam a colocar em evidência o elevado encargo suportado pelas famílias de Valongo com os serviços de água, saneamento e resíduos. Para um consumo doméstico de referência de 10 m³ mensais, a fatura em Valongo atinge 45,78 euros, enquanto a média no continente é de 34,65 euros, colocando o concelho entre aqueles onde estes serviços representam um maior peso no orçamento familiar.

Esta realidade confirma preocupações que a CDU tem vindo a manifestar há vários anos relativamente ao contrato de concessão da água e do saneamento. Em 2020, a CDU propôs que a Câmara Municipal iniciasse um processo de renegociação com a Águas de Valongo com vista à redução dos custos suportados pelos consumidores e, nos anos seguintes, voltou a alertar para os sucessivos aumentos da fatura e para a degradação da acessibilidade económica destes serviços.

Vale a pena, a este propósito, recordar um argumento utilizado pelo PS aquando de anteriores aumentos. Na altura, estes eram apresentados como uma questão de “espírito de solidariedade intermunicipal”, argumentando-se que os valonguenses não podiam pagar menos do que os habitantes de outros concelhos da Área Metropolitana.

Pelos vistos, a solidariedade funcionou: em vez de procurar aproximar Valongo dos concelhos onde se paga menos, fomos aproximando a fatura dos concelhos onde se paga mais. E os dados atuais mostram que esse percurso foi particularmente bem-sucedido.

A concessão dos serviços de água e saneamento remonta a 2000 e, para a CDU, as sucessivas alterações ao contrato não resolveram os seus problemas estruturais. A situação atual obriga a questionar um modelo em que os consumidores suportam encargos elevados e em que, perante grandes investimentos, como sucede com a ETAR de Ermesinde, é necessário recorrer de forma significativa a financiamento público e proceder a novas alterações das condições da concessão.

Os números agora conhecidos exigem, por isso, uma resposta da Câmara Municipal: que medidas pretende adotar para reduzir o peso destes serviços nos orçamentos familiares, de que forma pretende intervir junto da concessionária e que preparação está a ser feita para o futuro da gestão da água e do saneamento no concelho, tendo presente que a atual concessão termina em 2036?

Para a CDU, a água é um bem essencial e o seu acesso deve ser garantido em condições economicamente justas. Quando uma família de Valongo suporta, para o consumo de referência considerado pela ERSAR, um encargo mensal significativamente superior à média nacional, é evidente que esta discussão não pode continuar a ser adiada.



Valongo, 28 de setembro de 2026

A Coligação Democrática Unitária

Realizou-se, no passado sábado, a Assembleia da Organização de Freguesia de Ermesinde do P*P. Com mais de 20 camaradas p...
29/09/2026

Realizou-se, no passado sábado, a Assembleia da Organização de Freguesia de Ermesinde do P*P.
Com mais de 20 camaradas presentes e 11 intervenções, discutiram-se os problemas da freguesia, a organização do Partido e o caminho necessário para dar resposta às necessidades dos trabalhadores e do povo na freguesia de Ermesinde.
Foi eleita a nova Comissão de Freguesia , que irá dirigir o trabalho até à próxima Assembleia.
Um P*P mais forte na freguesia de Ermesinde. É preciso! É possível!

Estacionamento desordenado na Zona Industrial de Alfena compromete a segurança pedonalA Zona Industrial de Alfena contin...
03/07/2026

Estacionamento desordenado na Zona Industrial de Alfena compromete a segurança pedonal

A Zona Industrial de Alfena continua a enfrentar um problema de organização do espaço público que afeta diariamente a segurança e a mobilidade de quem ali trabalha e circula.
Em vários arruamentos, os passeios existentes têm largura suficiente para garantir uma circulação pedonal confortável. No entanto, a ausência de uma correta organização do estacionamento faz com que muitos veículos estacionem parcialmente ou totalmente sobre os passeios, obrigando os peões a circular pela faixa de rodagem, muitas vezes entre veículos pesados.

Esta situação resulta, em grande medida, da opção por manter lugares de estacionamento em paralelo, quando a largura disponível permitiria a criação de estacionamento em espinha, aumentando o número de lugares e evitando a ocupação abusiva dos passeios. A atual configuração revela-se desadequada às necessidades da zona industrial e acaba por gerar conflitos permanentes entre veículos e peões.
Não estamos perante um problema inevitável, mas sim perante uma questão de planeamento e gestão do espaço público. Uma reorganização do estacionamento permitiria melhorar significativamente a segurança, ordenar a circulação e criar melhores condições para trabalhadores, empresas e visitantes.
Consideramos que a Câmara Municipal de Valongo deve proceder a uma avaliação técnica desta realidade e implementar uma solução que compatibilize as necessidades de estacionamento com o direito dos peões a utilizarem os passeios em segurança.

Valongo, 29 de junho de 2026
A Coligação Democrática Unitária

02/07/2026

Revogação do concurso para a nova sede da Junta de Freguesia de Alfena

Foi tornado público que a Câmara Municipal de Valongo decidiu revogar o concurso para a construção da nova sede da Junta de Freguesia de Alfena, alegando a necessidade de reformular o projeto de forma a reduzir custos e libertar verbas para a requalificação de arruamentos da freguesia.
Tratando-se de uma decisão com impacto na concretização de um investimento há muito anunciado, importa esclarecer as suas consequências.
Assim, vimos requerer que a Câmara Municipal de Valongo informe:
1. Que vantagens concretas espera alcançar com a revogação do concurso já lançado?
2. Qual o atraso previsível na construção da nova sede da Junta de Freguesia de Alfena decorrente desta decisão?
3. Qual o custo estimado da elaboração do novo projeto e do lançamento de um novo procedimento concursal?
4. Qual o montante já investido no projeto agora abandonado e de que forma será aproveitado no novo procedimento?
5. Qual o calendário previsto para o lançamento do novo concurso, início da obra e conclusão da nova sede?

Valongo, 29 de junho de 2026
A Coligação Democrática Unitária

02/07/2026

Estádio Municipal de Ermesinde

O processo que conduziu à aquisição do Campo de Jogos do Ermesinde Sport Club (ESC) foi longo e complexo. Houve, numa fase inicial, a intenção de eliminar este equipamento para dar lugar a um grande projeto imobiliário. Seguiram-se várias propostas, desde a construção de um novo estádio nos Montes da Costa à troca de terrenos com o Complexo Desportivo, passando por avaliações com valores manifestamente excessivos, o que levou à intervenção da Direção-Geral das Autarquias Locais, que fixou um valor significativamente inferior.
Após um processo de expropriação e várias negociações, foi possível preservar tanto o Campo de Jogos como o Complexo Desportivo dos Montes da Costa. Ganhou Ermesinde e ganhou o concelho de Valongo.
Apesar dos prejuízos causados ao clube durante este processo, que afetaram a sua gestão, a atividade desportiva e a formação de jovens, foi encontrada uma solução que evitou o agravamento da situação do ESC e impediu uma excessiva pressão urbanística naquela zona da cidade.
A documentação existente demonstra a realidade deste processo. Independentemente de quem hoje procure reivindicar os méritos da solução encontrada, a CDU esteve sempre do lado da defesa do clube, do equipamento desportivo e do interesse público.
Com a municipalização do estádio, a Câmara Municipal assumiu a responsabilidade pela sua recuperação, realizando obras que melhoraram as condições para a prática desportiva.
Importa agora continuar este investimento. O Estádio Municipal de Ermesinde tem potencial para servir ainda melhor o ESC, outros clubes e a comunidade, quer através da melhoria das suas instalações, quer da valorização do espaço envolvente.
Assim, colocamos as seguintes questões:
• Que projetos tem a Câmara Municipal, a curto e médio prazo, para a valorização do Estádio Municipal de Ermesinde?
• Que investimentos estão previstos para a melhoria das suas instalações e do espaço envolvente?

Valongo, 29 de junho de 2026
A Coligação Democrática Unitária

02/07/2026

Moção
Regionalização, um imperativo democrático
Constitucionalmente consagradas há 50 anos as Regiões Administrativas continuam por concretizar.
Para lá do que esta omissão em si significa no completamento do edifício do poder local o que está em causa na Regionalização não é só o cumprimento de um imperativo constitucional para a criação do nível regional na Administração do Estado, é também a criação de um instrumento de combate às desigualdades e assimetrias regionais e de desenvolvimento equilibrado e harmonioso do País e ainda uma possibilidade de aprofundamento da democracia com a participação e o controlo pelas populações das decisões políticas que a elas se dirigem.
Com a Regionalização há três possibilidades que se abrem:
- A possibilidade de definir, ao nível regional, a estratégia de desenvolvimento que se pretende prosseguir em vez de ela ser imposta de fora, a partir do Poder Central e desligada das necessidades das Regiões e das populações;
- A possibilidade de estabelecer prioridades de investimento e mobilizar recursos para o seu cumprimento, tomando essas decisões a partir de órgãos eleitos pelas populações e perante as quais esses órgãos respondem;
- A possibilidade de termos uma efetiva descentralização e uma adequação da administração do Estado e dos seus serviços.
A criação da Regionalização permite o planeamento e execução de medidas dirigidas às necessidades das populações e ao desenvolvimento regional em matérias tão relevantes como a elaboração e execução de planos de desenvolvimento económico de curto e médio prazo, o apoio às atividades produtivas, a definição de prioridades de investimento em vias de comunicação ou equipamentos sociais – sejam lares, creches, equipamentos de apoio a pessoas com deficiência ou outros –, o ordenamento do território e conservação da natureza e de recursos hídricos, a promoção da cultura física e do desporto, a valorização da cultura e do património.
A Regionalização comporta ainda uma resposta coerente e insubstituível para dar coerência a uma clara delimitação de atribuições e competências entre os vários níveis da administração (central, regional e local), para criar condições para uma política de desenvolvimento regional com a activa participação das autarquias e dos agentes económicos e sociais; para garantir a defesa da autonomia do poder local.
Nestas circunstâncias, face à rejeição no passado dia 24 de junho das iniciativas apresentadas na Assembleia da República pelo P*P: Projeto de Lei n.º 567/XVII/1.ª (P*P) – Lei-Quadro das Regiões Administrativas e Projeto de Resolução n.º 842/XVII/1.ª (P*P) – Aprova um programa de trabalho e um calendário de ações com vista à criação e instituição em concreto das regiões administrativas, a Assembleia Municipal de Valongo delibera:
1. Expressar a opinião de que a rejeição destas iniciativas legislativas são uma contribuição negativa para a necessária e indispensável afirmação do poder local e das condições favoráveis que as RA criam para o desenvolvimento regional equilibrado:
2. Apelar a que a Assembleia da República retome iniciativas convergentes com os objetivos das que agora foram inexplicavelmente rejeitadas, dando assim expressão parlamentar às reiteradas manifestações de apoio que em palavras e discursos a generalidade das forças políticas têm manifestado e que a recente votação desmente.

Valongo, 29 de junho de 2026
A Coligação Democrática Unitária

Reprovado com os votos contra do PSD, Chega, IL e CDS e a abtenção do PS

Endereço

Rua Quintã De Cima
Sobrado
4440-361

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