12/05/2026
Prestação de Contas de 2025 confirma gestão responsável do Partido Socialista no Município de Tomar.
A Assembleia Municipal de Tomar apreciou a Prestação de Contas do Município relativa ao exercício de 2025, num momento politicamente relevante para o concelho.
Durante anos, nesta mesma Assembleia, as contas municipais foram alvo de votos contra por parte das forças que então estavam na oposição, sempre com tacitismo político desligado da realidade financeira do Município. Hoje, perante os números oficiais, f**a claro que muitas dessas críticas não resistem aos factos.
A execução orçamental de 2025 é quase na totalidade da responsabilidade do anterior executivo liderado pelo PS. E, ao contrário de muita manipulação política e de algumas tentativas de reescrever a história local dos últimos anos, os dados demonstram que o PS entregou um município financeiramente equilibrado, com saldo positivo e com capacidade para continuar a investir.
O Saldo Orçamental da Gerência do exercício de 2025 apresenta um valor positivo de 2.816.998,20 euros. Tendo em conta o Saldo de Gerência de 2024, no valor de 3.542.972,15 euros, acrescido de 29.289,75 euros referentes a reposições não abatidas nos pagamentos, o saldo final do exercício ascende a 6.389.260,10 euros.
Sublinhar-se: 6.389.260,10 euros de saldo positivo!
Bem diferente dos tempos de contabilidade difícil que bloqueavam obras, afastavam fornecedores, minavam a confiança no município. E limitavam a capacidade de crédito que, durante a governação socialista, subiu positivamente de menos de um milhão para a casa dos 30 milhões hoje disponível.
Estes números são claros: o Município de Tomar não foi deixado em rutura, não foi deixado sem margem financeira e não foi deixado sem capacidade de resposta. Pelo contrário, foi deixado com contas certas, saldo positivo e condições para prosseguir investimento no concelho.
Também o Prazo Médio de Pagamentos demonstra a evolução registada nos últimos anos. Em 2025, o Município apresenta um Prazo Médio de Pagamentos de 50 dias.
Recorde-se que, no final de 2013, quando o PS assumiu a governação esse prazo rondava um ano. Esta evolução traduz responsabilidade, disciplina financeira e respeito pelos fornecedores, pelas empresas e pela economia local. Uma gestão rigorosa, equilibrada e comprometida com o interesse público.
Agora que a narrativa oficial, e que ocupa o tempo maior da comunicação da governação, é de tudo o que é anterior dizer mal, levantar suspeições, e querer desvirtuar aquilo que foi uma governação empenhada e cuidada, a realidade e os números impõem-se: também em Tomar o PS se afirmou como o partido das contas certas.
Na mudança de governação, e bem ao contrário daquilo que encontrou, o PS deixou o Município de Tomar com a melhor saúde financeira das últimas décadas.
O PS pagou 30 milhões de dividas deixadas por outros, fez obra, resolveu problemas de décadas, deixou projetos, e muita margem para quem agora tem a responsabilidade de governar.
E isso é o que o PS insta à coligação PSD-CDS-Chega que agora governa o município e também, acreditamos, o que a comunidade deles espera:
que governem sem desbaratar, que governem sem denegrir quem fez e deixou preparado a fazer, que governem sem uma atitude permanente de desculpas e propaganda.