CDS PP Torres Vedras

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CDS PP Torres Vedras Partido Conservador nos costumes e na defesa da Nacionalidade
Humanista na defesa de uma sociedade de equidade e justa.

Personalista respeitando as diferenças individuais. Liberal na economia e gestão financeira da nação.

O 10 de Junho é o dia do imperativo do patriotismo em defesa da identidade portuguesa.O Dia de Portugal, de Camões e das...
09/06/2026

O 10 de Junho é o dia do imperativo do patriotismo em defesa da identidade portuguesa.
O Dia de Portugal, de Camões e das comunidades portuguesas não é apenas uma data no calendário civil ou um feriado de interregno na rotina laboral. O 10 de junho constitui o momento alto de introspeção coletiva e de afirmação soberana de uma das nações mais antigas da Europa.
Num tempo de incertezas e de crescentes pressões globais, esta data convoca-nos a exaltar, com orgulho e sem complexos, a essência profunda da nossa matriz nacional, recordando que a sobrevivência de um povo depende da força da sua memória.
Celebrar a Pátria é, antes de mais, honrar os símbolos que nos unem.
A nossa bandeira, com o verde da esperança e o vermelho do sacrifício, encerra nas suas quinas e castelos a epopeia de um povo que desenhou as suas fronteiras no sangue e na audácia.
A língua portuguesa, imortalizada pelo génio de Luís de Camões, é a nossa pátria espiritual, o elo indestrutível que une o território continental, os arquipélagos e os milhões de portugueses que formam a nossa diáspora pelo mundo.
É nesta herança, bem como na vivacidade da nossa cultura popular, no sentimento do Fado, na devoção dos Santos Populares e nas tradições da nossa terra, que reside a alma genuína de Portugal.
Esta identidade, contudo, não nasceu do vazio.
Portugal fundou-se, cresceu e moldou-se sob o credo Judaico-Cristão. Esta é a verdadeira matriz moral, ética e espiritual que sustenta a nossa civilização, os nossos costumes e as nossas leis. Importa, por isso, rejeitar veementemente o laicismo radical e cego que grassa na modernidade.
Essa visão do mundo, errada e destruidora, longe de promover a tolerância, tenta apagar o sagrado da nossa história e desidratar a identidade coletiva que a própria Constituição da República Portuguesa encerra e protege quando salvaguarda o património cultural, a dignidade humana e a continuidade histórica da Nação.
Hoje, o patriotismo exige também uma postura de vigilância perante o perigo da invasão cultural.
A hospitalidade é uma virtude historicamente portuguesa, mas o acolhimento legítimo a quem nos procura não pode transformar-se num ato de submissão ou de desrespeito por quem recebe. Impõe-se uma premissa clara, os fluxos migratórios exigem dos novos residentes o dever ético e cívico de respeitar, acolher e acatar a cultura anfitriã, adaptando-se às regras e tradições do país que os acolhe, em vez de tentarem impor costumes que colidam com a nossa matriz identitária.
O 10 de junho deve ser, portanto, o enaltecer absoluto do patriotismo português.
Que esta data sirva como um grito de fidelidade à nossa história, de guarda intransigente dos nossos valores e de afirmação soberana do nosso futuro.
Sermos portugueses é uma herança sagrada, defendê-la é o nosso maior dever.
Por mim está prometido que, a defesa será até com o sacrifício da própria vida.
Herculano Raposo

O último Congresso do CDS Partido Popular confirmou aquilo que muitos portugueses já reconhecem no terreno,o CDS está vi...
18/05/2026

O último Congresso do CDS Partido Popular confirmou aquilo que muitos portugueses já reconhecem no terreno,o CDS está vivo, forte e politicamente reforçado.
Num tempo em que tantas forças políticas vivem mergulhadas em divisões internas, o CDS demonstrou maturidade, união e sentido de responsabilidade, consolidando uma liderança de continuidade que tem sabido conduzir o partido no caminho da recuperação merecida do seu espaço político.
Este Congresso foi, acima de tudo, uma afirmação de confiança no futuro. Confiança num projeto político assente nos valores da democracia cristã, da liberdade, da responsabilidade social e da valorização do trabalho e das famílias portuguesas.
O CDS mostrou que não é apenas um partido com história, é um partido com presente e com futuro, preparado para continuar a servir Portugal com seriedade, equilíbrio e proximidade às pessoas.

Hoje, o CDS é parceiro de governo por mérito próprio. A sua presença na governação resulta da confiança conquistada junto dos portugueses e da capacidade de acrescentar estabilidade, bom senso e competência à solução governativa da AD.
O partido soma porque tem identidade, experiência e quadros preparados para responder aos desafios sociais e económicos do país, sempre com uma visão humanista e reformista.

O Congresso deixou também clara a determinação do CDS em continuar a lutar por melhores condições sociais e económicas para Portugal. Defender salários dignos, apoiar as empresas e o emprego, valorizar os jovens, proteger os mais vulneráveis, garantir melhores serviços públicos e promover a coesão territorial são prioridades que continuam no centro da ação política do partido.

Essa proximidade às populações vê-se de forma particularmente evidente no trabalho autárquico desenvolvido pelo CDS em todo o país.
Nas autarquias que lidera em autonomia, bem como nas que integra em coligação no âmbito da AD, o partido tem demonstrado capacidade de gestão, sentido de serviço público e atenção concreta aos problemas das comunidades. O poder local continua a ser uma das grandes forças do CDS, pela proximidade, pela eficácia e pela capacidade de transformar políticas em resultados reais para as pessoas.

Sem divisões, com ambição e espírito de missão, o CDS sai deste Congresso mais unido, mais mobilizado e mais preparado para continuar a contribuir para um Portugal mais justo, mais próspero e mais equilibrado.

Herculano Raposo
Presidente da CPC CDS PP Torres Vedras

16/05/2026
15/05/2026

Na edição de 7 de Maio de 2026, do Jornal Badaladas de Torres Vedras, foi publicado um artigo de opinião acerca do direção dada ao CDS-PP e uma critica fortíssima a quem salvou o partido de uma morte quase certa às mãos de Francisco Rodrigues dos Santos "chicão".
Uma opinião completamente desfazada da realidade e do contexto atual do partido, intencional e pouco seria no seu contexto, em particular pelo posicionamento do autor que à época apoiou a Eutanásia que "chicão" promovia.
Nesse contexto enviei um texto ao Badaladas que explica aos militantes a situação atual do partido e os factos falam por si, numa comparação com a gestão autofágica de Francisco Rodrigues dos Santos e da fantástica Gestão de Nuno Melo atual ministro da defesa nacional .
Contudo esse jornal local, numa decisão seletiva e que permite dar largas a opinião individual, questionando a isenção jornalística que promove, não partilhou o artigo que eu na qualidade de Presidente Concelhio enviei, que serviria como defesa da integridade e do direito de contraditório, que a pluralidade democrática exige, em particular em semana de congresso Nacional do CDS - PP.
Assim partilho-o aqui na integra , ainda que fique um pouco extenso.

Caros Militantes,

CDS-PP rumo ao futuro, sem receios e sem favores !
Num tempo em que o CDS-PP voltou a afirmar-se como força política relevante, causa estranheza ouvir algumas vozes internas e externas insistirem em atacar o rumo seguido
pelo partido.
Mais do que críticas construtivas, muitas dessas intervenções parecem movidas por ressentimento, nostalgia ou simples incapacidade de reconhecer a realidade, o CDS recuperou da situação dramática em que ficou após a liderança de
Francisco Rodrigues dos Santos, o “Chicão”, período que deixou o partido afastado do Parlamento e profundamente fragilizado na sua implantação política.
Foi precisamente num dos momentos mais difíceis da história do CDS que Nuno Melo assumiu a liderança e iniciou um caminho de reconstrução sério, firme e responsável.
Hoje, os resultados estão à vista.
O partido regressou à Assembleia da República, voltou
ao Governo e recuperou relevância política e institucional. Mais importante ainda, voltou a ser ouvido pelos portugueses como uma voz moderada, credível e coerente no espaço do centro-direita.
As últimas eleições autárquicas demonstraram isso mesmo.
O CDS reforçou a sua presença no poder local, liderando municípios e integrando executivos em algumas das
mais importantes autarquias do país. Este crescimento autárquico não aconteceu por acaso. Foi fruto de trabalho, proximidade e capacidade de reconstruir confiança junto das populações.
Quem conhece a política autárquica sabe que os resultados locais são os mais exigentes e os mais difíceis de alcançar sem implantação real.
Em Torres Vedras o CDS-PP faz parte da coligação vencedora com maioria absoluta após 49 anos de domínio socialista, domínio que deixou entrar o concelho em autofagia e degradação economica.
Também no Governo, o CDS tem mostrado utilidade e competência.
No Ministério da Defesa, Nuno Melo tem devolvido centralidade a uma área demasiadas vezes esquecida. A valorização das Forças Armadas, o reforço das condições para os militares, a
modernização de equipamentos e a afirmação de Portugal no contexto internacional demonstram um trabalho sólido e patriótico, reconhecido até por muitos adversários políticos.
No ministério da administração interna o CDS-PP detém a secretaria de estado deste ministério, com um trabalho exemplar do seu vice-presidente Telmo Correia, com provas dadas e reconhecidas melhorias de condições das policias e da segurança publica.
Por isso, importa dizer com clareza, que as divisões permanentes e os ataques sistemáticos em nada ajudam o CDS.
O partido precisa de união, maturidade e sentido estratégico. O tempo das guerras pessoais e das agendas individuais deve ficar para trás.
Nomeadamente vindas de onde não existe moralidade para qualquer critica.
Os portugueses esperam soluções, não conflitos internos.
O CDS está novamente de pé. E isso incomoda quem preferia um partido resignado à irrelevância.
Felizmente, a realidade mostra exatamente o contrário.
Herculano Raposo
Presidente Comissão Política e Concelhia do CDS-PP de Torres Vedras

05/04/2026

Nesta Páscoa, mais do que tradições religiosas, celebro aquilo que nos une de forma profundamente humana, a família, a civilização que construímos juntos e a busca constante pela paz.
A paz, no entanto, raramente é um caminho fácil.
Muitas vezes nasce de escolhas difíceis, da capacidade de enfrentar e reduzir o sofrimento, de anular a fonte do sofrimento, não só o nosso, mas também o dos outros. É construída pela resiliência de quem persiste, e, por vezes, pelo sacrifício silencioso de alguns em benefício de muitos, mesmo que para isso seja objecto de críticas, segregação e anulação social.
Se há uma guerra que verdadeiramente corrói sociedades, não é feita de armas, mas de intenções, que essa sim leva ao uso das armas, leva ao sacrifício dos inocentes, a inveja, o desejo de prejudicar o outro, a vontade de ver cair aquilo que não conseguimos alcançar.
Esse impulso, quando alimentado, destrói laços, enfraquece comunidades e compromete o bem comum.
Que esta seja uma altura para reforçar o contrário, empatia em vez de rivalidade, cooperação em vez de divisão, tolerância em vez de cancelamento e consciência de que o progresso coletivo depende da integridade individual e do esforço de cada um para construir uma sociedade melhor.
Celebrar a Páscoa pode ser, acima de tudo, um ato de humanidade, personalismo, liberdade e democracia.
Herculano Raposo
presidente comissão política cds-pp Torres Vedras

30/03/2026

Em resposta a uma publicação do Prof. Venerando Aspra de Matos, pessoa de um espetro político oposto ao meu e com o devido respeito institucional e pessoal que lhe tenho, também na minha qualidade de líder local do CDS-PP (concelhia de Torres Vedras), dedico-lhe este texto.
Quanto ao autor do texto publicado pelo professor Venerando Aspra de Matos, como não o conheço deixo-lhe a minha indiferença.
Assim:
O caso do Padre Max, surge entre o terrorismo político, a instrumentalização partidária e falsas ligações.
O assassinato do padre Maximino de Sousa, conhecido como Padre Max, permanece como um dos episódios mais obscuros e politicamente carregados do período pós-25 de Abril em Portugal. Mais do que um crime isolado, tornou-se um símbolo da violência ideológica dos anos revolucionários, mas também da confusão, manipulação e disputas narrativas que marcaram esse tempo.
Foi um crime político no contexto do pós-revolução.

Na noite de 2 de abril de 1976, (fará esta semana 50 anos), uma bomba colocada no automóvel do Padre Max explodiu na Cumieira, em Vila Real, matando-o a ele e à estudante Maria de Lurdes, (procedimento também habitual à época bem usado pelas FP25 bem ligadas ao comunismo da época, recordemos).
O sacerdote, ligado a causas progressistas e próximo da UDP, era uma figura incómoda para setores conservadores da região, tendo sido alvo de ameaças e intimidação antes da sua morte.
O crime ocorreu num período particularmente instável da democracia portuguesa, marcado por confrontos ideológicos intensos entre esquerda e direita.
Nesse contexto, organizações clandestinas de extrema-direita, como o MDLP (Movimento Democrático de Libertação de Portugal), desenvolveram atividades violentas, incluindo atentados bombistas e ações de intimidação política, numa clara resposta às brigadas armadas de fiscalização, apoiadas pelo P*P.
Décadas depois, o processo judicial acabaria por reconhecer o caráter político do atentado, atribuindo ao MDLP responsabilidade enquanto organização que planeou e financiou o crime. No entanto, os autores materiais nunca foram condenados por falta de provas.

Ao longo dos anos, construiu-se, sobretudo em determinados discursos políticos e mediáticos, a ideia de uma ligação entre o assassinato e o CDS (Centro Democrático Social).
Essa associação baseou-se, em parte, no ambiente de hostilidade local ao Padre Max, onde alguns militantes ou simpatizantes de direita participaram em campanhas de intimidação.

Contudo, a existência de um envolvimento institucional ou orgânico do CDS no atentado nunca foi provada em tribunal. A investigação judicial, apesar de longa e complexa, não estabeleceu qualquer responsabilidade direta do partido enquanto estrutura política.
Mas uma mentira repetida, cinica, falsa e com origem na fação mais degradada do espetro político em Portugal, na época fez questão de a perpetuar.

Assim, a associação entre o crime e o CDS deve ser entendida sobretudo como um produto do clima político da época e de leituras posteriores, muitas vezes marcadas por disputas ideológicas.
O assassinato do Padre Max insere-se num ciclo mais amplo de violência política que caracterizou Portugal entre 1975 e 1976, onde as esquerdas se manifestaram largamente mostrando aquilo a que vinham e aquilo que eram e são. Grupos como o MDLP, ligados a setores da direita anti-comunista e organizados em parte a partir do estrangeiro, recorreram a atentados e ações clandestinas para travar o avanço da esquerda revolucionária. Ações que são claramente de repúdio, mas uma resposta à afronta comunista.
Este período, frequentemente designado como o “Verão Quente”, foi marcado por bombardeamentos de sedes partidárias, ataques a sindicatos e assassinatos políticos. A lógica era a de uma guerra não declarada, onde diferentes fações procuravam influenciar o rumo da jovem democracia portuguesa.
No meio desta história, surge frequentemente o nome de Diogo Pacheco de Amorim, associado ao MDLP durante a sua juventude.
Essa ligação tem sido usada, em debates contemporâneos, para insinuar uma responsabilidade direta no assassinato do Padre Max.
Contudo, importa distinguir factos de narrativas. Apesar da sua passagem por meios ligados à direita radical da época, Pacheco de Amorim nunca foi condenado por envolvimento no crime. Em termos judiciais, não existe prova que o ligue à execução ou planeamento do atentado, sendo frequentemente apontado como alvo de associações abusivas ou politicamente motivadas, numa tentativa desesperada de ter um rosto para uma narrativa, de criar um culpado, para ilibar o verdadeiro culpado que quiça não tem origem à esquerda, numa esquerda que disputava o eleitorado entre si.
A própria história do processo demonstra como o caso foi marcado por falhas investigativas, pressões políticas e dificuldades probatórias, o que contribuiu para a persistência de suspeitas difusas e acusações sem confirmação judicial.
O caso do Padre Max permanece aberto na memória coletiva portuguesa, não apenas pela brutalidade do crime, mas também pela incapacidade do sistema judicial em identificar e condenar os responsáveis diretos.
Ao longo das décadas, diferentes forças políticas procuraram apropriar-se do episódio para reforçar narrativas próprias, seja para denunciar a violência da extrema-direita, seja para contestar alegadas manipulações e falsas imputações.

Entre a verdade judicial, limitada mas factual, e as leituras políticas muitas vezes ampliadas, subsiste uma zona cinzenta onde a história e a memória se cruzam. O assassinato do Padre Max continua, assim, a ser menos um caso encerrado e mais um espelho das tensões que marcaram o nascimento da democracia portuguesa.

Herculano Raposo

22/03/2026

📌 Ataque na Marcha pela Vida:
Um escândalo!
Uma vergonha!
Um atentado à democracia!
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14/03/2026

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