CDU Brasfemes

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CDU Brasfemes Página da candidatura da CDU à Junta de Freguesia de Brasfemes.

22/10/2026

Moção da CDU pelo não descongelamento das propinas e contra o despejo das Repúblicas.

Rejeitada com os votos contra de PS, PSD, Chega, IL e PAN

Conhece o texto da moção no nosso site - Coimbra.pcp.pt

22/10/2026

Moção da CDU em defesa do património municipal, apresentada na Assembleia Municipal de Coimbra.

Rejeitada com os votos contra de PS, PSD, Chega, IL e PAN

Conhece o texto da moção no nosso site - Coimbra.pcp.pt

22/10/2026

Moção da CDU sobre a defesa do património municipal, apresentada na Assembleia Municipal de Coimbra

O património de Coimbra – edificado, arruamentos, comunidades, ofícios, zonas verdes – constitui um elo essencial do diálogo entre a Cidade que fomos e a Cidade que queremos ser. Nesse sentido, nesta Cidade em acelerada transformação, pertence em larga medida aos órgãos de Poder Local a tarefa de promover a revitalização das zonas históricas, com especial incidência nos lugares desocupados por razões de gentrificação ou por alteração profunda do mapa de atividades económicas. Perante o insistente discurso autárquico da penúria, o espaço urbano de Coimbra proporciona, afinal, ao chamado mercado imobiliário, excelentes oportunidades de negócio. Importa, assim, acautelar os interesses da Coimbra dos cidadãos, garantindo aos vindouros uma cidade equilibrada, nos planos social e urbanístico, em que o Património possa ser um fator de desenvolvimento que, evitando a ruína e o abandono, integre a Memória de Coimbra na construção do futuro. O edifício que acolheu a sede do antigo Grémio da Lavoura foi construído no final do século XIX inscrevendo-se, desde então, no perfil de Coimbra. Símbolo e testemunha de um tempo de prosperidade das elites agrárias dos campos do Baixo Mondego, a "Casa da Lavoura", coração estratégico e administrativo da produção agrícola da região, foi ainda casa de família de Francisco Rodrigues da Cunha Lucas (1853–1919), pai do fundador do Diário de Coimbra, Adriano Lucas. O palacete da Baixa de Coimbra, presente no mercado imobiliário desde 2019, foi recentemente vendido a um fundo imobiliário espanhol, por 5,8 milhões de euros, sem que o Município de Coimbra tenha exercido o direito de preferência legalmente consagrado. A Baixa de Coimbra encontra-se hoje mergulhada numa profunda crise económica e habitacional, transformada em “ativo” à espera da melhor oferta, arriscando a ruína, a desertificação ou a entrega a atividades recreativas. No que deveria ser uma estratégia municipal de reabilitação da zona histórica, o palacete do Grémio da Lavoura deveria ter acolhido serviços de interesse público como é o caso da esquadra da Polícia, beneficiando de um amplo espaço de instalação das diversas valências de um corpo daquela natureza. Importa, agora, impedir que o território do “Grémio” possa ser uma mola de interesses imobiliários especulativos, para os quais questões como o acesso à habitação, segurança urbana, tecido económico, vivência urbana, entre outras, não entram no cálculo de ganhos resultantes de operações financeiras. Tendo em conta o acima mencionado, a Assembleia Municipal de Coimbra recomenda ao Executivo Municipal que mobilize os meios legais à sua disposição para impedir que a atividade em grande escala de agentes imobiliários privados contribua, também usando o Património da Cidade, para inflacionar os preços do já inacessível mercado imobiliário, acentuado o processo de gentrificação da Baixa e aprofundando o fosso que impede, na prática, a maioria dos munícipes de Coimbra de ter casa para morar.

22/10/2026

O P*P apresentou na Assembleia Municipal de Coimbra uma moção que recomendava a câmara a suspensão da decisão de cortar o trânsito automóvel na Rua da Sofia.
As razões que apresentamos são os evidentes constrangimentos criados noutras artérias da cidade, a insegurança que a solução implementada apresenta ( para quem anda a pé, para quem está nas esplanadas, para quem espera por um autocarro), o impacto econômico que este encerramento está a ter nos comerciaantes da referida rua, mas também no mercado municipal que vêem de forma dramática descer o número de visitantes e clientes.
A moção foi rejeitada com os votos contra de PS, PSD, CDS, PPM, Livre e PAN.

Presidente da câmara e da assembleia municipal lançam acusações a comerciantes, e insinuam um possível encerramento do mercado.
Ana Abrunhosa não conseguiu disfarçar o incómodo da solução falhada do encerramento da Rua da Sofia e preferiu "ralhar" com os comerciantes que fecham ao domingo. Os comerciantes e os trabalhadores do comércio têm direito ao seu descanso. A autarquia mais do que ralhar com os comerciantes devia procurar medidas de encerramento de todo o comércio ao domingo. Isto seria de esquerda e progressista.

A presidente da Assembleia Municipal, numa longa intervenção, falou da insustentabilidade, nos dias de hoje, de determinadas formas de comércio, chegando mesmo a afirmar em relação ao mercado, que este ou um próximo executivo poderiam de ter do encerrar.

Esta maioria, PS, PAN, Livre e CPC, à qual se junta a vereadora eleita pelo Chega, com esta postura e declarações procuram sacudir as suas responsabilidades e culpar quem afinal é vítima, comerciantes e população.

22/10/2026
22/10/2026

Sobre a proposta de restruturação da rede municipal de transportes públicos em Coimbra - supostas audições públicas.

A comissão concelhia do P*P manifesta profunda preocupação com o processo em curso e denuncia o faz de conta que estás audiçoes representam.
Anunciadas em cima da hora, sujeitas a inscrição prévia, condicionando a participação e intervenção. Não é um processo sério.
A ausência de conhecimento prévio das propostas limita a reflexão e tomada de posição das populações e das forças vivas de Coimbra.

Um processo que, apesar das razões e objectivos anunciados, não esconde que o caminho prosseguido até aqui tornou mais caro, mais lento e com mais transbordos a utilização do transporte público.
A eliminação de percursos parcialmente sobrepostos e erradamente considerados redundantes, significa a retirada das linhas mais rentáveis da esfera dos SMTUC, mas também transbordos e custos acrescidos, colidindo necessáriamente com o objectivo de reduzir a utilização do transporte individual.

Fazer uma audição depois de já terem sido introduzidas profundas alterações em função da cessação de trânsito na rua da sofia é, também, uma vez mais, demonstração de propaganda sem qualquer interesse em melhorar a vida dos munícipes.

Acresce que o P*P vê com profunda preocupação os rumores de redução da oferta em zonas periféricas, bem como alterações de percuros e eliminação de paragens, como vai sendo por exemplo ouvido em Cernache.

O caminho tem sido o do progressivo desmantelamento dos SMTUC, empresa centenária e que defenderemos com convicçao absoluta.

Mais do que qualquer audição prévia, este processo, a forma como é executado parece mais tratar-se de um anúncio e mais uma manobra de propaganda a que está câmara infelizmente nos vai habituando.

Sem outro assunto,
coimbra 14 de Outubro
A concelhia de Coimbra do P*P

Endereço

Vilarinho

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