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10/04/2026
“Hoje celebramos a luz que cada mulher traz ao mundo. Que nunca falte amor, força e alegria nos vossos caminhos. Feliz D...
08/03/2026

“Hoje celebramos a luz que cada mulher traz ao mundo. Que nunca falte amor, força e alegria nos vossos caminhos. Feliz Dia Internacional das Mulheres!” 🌹🌹🌹🌹🌹

02/02/2026

O candidato Seguro, cada vez que fala, perde mais 100.000 votos e deixa perceber com toda a clareza que interesses vem defender!

26/01/2026

Comunicado do CHEGA sobre a Reunião de Câmara de 22 de Janeiro

Na reunião de Câmara, o vereador do CHEGA, Bernardo Pessanha, voltou a colocar questões essenciais sobre problemas que afetam dezenas de famílias em Viseu, com especial enfoque nas construções ilegais e nas condições de vida indignas em várias freguesias do concelho.

Apesar de o Presidente da Câmara ter recentemente demonstrado algum interesse pelo combate às construções ilegais - uma bandeira do CHEGA - a forma como o tema tem sido tratado levanta sérias dúvidas sobre a seriedade e a justiça das medidas implementadas. A demolição de uma construção ilegal em Repeses, acompanhada de aparato policial e cobertura mediática, revela-se mais um espetáculo do que uma política pública estruturada. O CHEGA questionou especificamente, qual é o número real de construções ilegais no concelho, a situação social e económica das famílias que lá vivem, as soluções de realojamento estão previstas e o plano municipal concreto para resolver este problema. Não foram prestadas respostas claras e o argumento de que o Executivo está em funções há apenas dois meses e meio não é suficiente para justificar a ausência de um plano estruturado ou de respostas aos cidadãos que precisam de soluções reais. A lei deve ser cumprida por todos, mas não pode substituir políticas públicas coerentes, planeadas e justas. Demolições pontuais, feitas para fotografia, em colaboração com uma junta socialista, não resolvem o problema.

Além disso, o CHEGA continua à espera de respostas a requerimentos formais importantes, sobre o Orçamento Municipal e sobre o recente parque automóvel em zona de proteção da Sé. A falta de respostas claras quanto aos compromissos camarários e a falta de esclarecimentos impede a análise rigorosa destas matérias.

O vereador questionou ainda sobre promessas feitas aos comerciantes durante a campanha, como a revisão e o aligeiramento das taxas de esplanadas e ocupação da via pública. Até hoje, não houve qualquer resposta, deixando quem investe e cria emprego sem apoio.

O CHEGA reafirma que Viseu precisa de soluções reais, planeadas e justas, e não de encenações mediáticas ou governação seletiva. O concelho merece transparência, responsabilidade social e critérios iguais para todos os cidadãos.

13/01/2026

Comunicado
Parque de estacionamento na zona histórica da Sé levanta sérias dúvidas de legalidade e interesse público.

O Vereador do CHEGA na Câmara Municipal de Viseu apresentou um requerimento formal ao Executivo Municipal a exigir esclarecimentos urgentes sobre a intenção e/ou execução de um parque de estacionamento com três pisos e cerca de 70 lugares, a implantar em plena zona histórica classificada de proteção à Sé.

Estamos perante um projeto de forte impacto urbano, patrimonial e ambiental, localizado numa área especialmente sensível e sujeita a regimes legais de proteção rigorosos.
Apesar disso, o Executivo avançou sem discussão prévia em reunião de Câmara, sem debate político transparente e sem explicações claras à cidade.

É importante sublinhar que já existe no local um parque de estacionamento, pelo que o aumento de lugares é residual quando comparado com o impacto volumétrico da obra, a eliminação de espaço verde e a impermeabilização do solo.
Trata-se de uma opção que levanta sérias dúvidas quanto à sua racionalidade, proporcionalidade e alinhamento com políticas modernas de mobilidade urbana e proteção do património.

O CHEGA questiona:

• Se o projeto respeita efetivamente a Zona Especial de Proteção da Sé e se dispõe de todos os pareceres obrigatórios das entidades do património;

• Que garantias existem de que não serão afetadas estruturas históricas adjacentes, como a Sé, a Igreja da Misericórdia ou a Casa do Adro, sobretudo tendo em conta a proximidade às antigas muralhas da cidade;

• O que está previsto acontecer caso, durante as escavações, sejam encontrados vestígios arqueológicos ou elementos históricos;

• Por que foi tomada uma decisão desta dimensão antes da conclusão do plano de mobilidade em elaboração para o centro histórico;

• Qual o retorno real para a autarquia e para os munícipes, num projeto que prevê estacionamento pago e custos elevados;

• Por que foi considerada apenas uma empresa, sem recurso a concurso público, colocando em causa princípios de concorrência, transparência e boa gestão autárquica;

• Por que não foram estudadas soluções alternativas de menor impacto, como a reorganização do espaço existente, aumentando o empedrado e o número de lugares de estacionamento gratuito, quando o próprio projeto já elimina áreas verdes?

Mais grave ainda: a execução da obra pode criar uma situação de facto consumado, com danos potencialmente irreversíveis para o património histórico e para a qualidade urbana, tornando inútil qualquer decisão judicial futura.

Durante a campanha, o CHEGA defendeu de forma clara a necessidade de uma atenção reforçada ao centro histórico, assente em soluções equilibradas, sustentáveis e respeitadoras do património.

Nesse sentido, o partido sempre entendeu que a resposta aos problemas de mobilidade e estacionamento deveria passar por soluções mais bem pensadas e devidamente negociadas, nomeadamente através do aproveitamento e valorização de espaços privados estratégicos, como o terreno situado no cruzamento da Avenida Alexandre Herculano com a Rua António Alves Martins.

Uma abordagem deste tipo permitiria responder às necessidades de estacionamento sem sacrificar zonas históricas sensíveis, evitando impactos irreversíveis no património, no espaço público e na identidade urbana.
Para o CHEGA, cuidar do centro histórico não é impor obras de grande impacto, mas encontrar soluções inteligentes, dialogadas e equilibradas, que sirvam os munícipes sem comprometer a memória e o futuro da cidade.

O CHEGA exige respostas claras, documentação completa e responsabilidade política. Caso estas respostas não sejam prestadas de forma cabal e convincente, o partido não exclui o recurso a meios judiciais, incluindo providência cautelar, para defesa da legalidade, do património histórico e do interesse público.

Viseu não pode ser governada à margem da transparência, nem o seu património sacrificado por decisões apressadas, mal explicadas ou politicamente opacas.

O património é de todos.
A responsabilidade também.

Viseu, 13 de janeiro de 2026
O Vereador do CHEGA
Bernardo Pessanha

Ninguém fique em casa! Domingo todos ao Mercado 2 de Maio (Rua Formosa, perto do Rossio) em Viseu!Mais info: 928030372
07/01/2026

Ninguém fique em casa! Domingo todos ao Mercado 2 de Maio (Rua Formosa, perto do Rossio) em Viseu!
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16/12/2025

COMUNICADO
CHEGA Viseu critica falta de coerência do Executivo no Orçamento Municipal e apresenta propostas alternativas para defender os viseenses
O CHEGA esteve presente na reunião de Câmara de 12 de Dezembro, onde analisou diversas propostas do Executivo Municipal, manifestando posições firmes e coerentes com os compromissos assumidos perante os viseenses.
1. IRS: CHEGA propõe desconto máximo de 5% e critica redução de apenas 1%
Em 2025, o município de Lisboa decidiu abdicar da totalidade da taxa variável de IRS (0%), garantindo aos seus residentes o desconto máximo de 5%. Já em Viseu, o Executivo propõe apenas 1% — uma redução tímida e insuficiente num momento em que as famílias enfrentam forte pressão económica.
O CHEGA reafirmou, que em sede de Assembleia Municipal, irá apresentar a proposta constante do seu programa eleitoral: desconto máximo de 5% a favor dos viseenses.�Os viseenses merecem o mesmo alívio fiscal que os lisboetas. Mais rendimento disponível significa mais dignidade, mais investimento local e mais justiça fiscal.
2. Orçamento Municipal 2026: promessas sem financiamento e riscos para a sustentabilidade
A posição do CHEGA perante o Orçamento Municipal para 2026 foi clara: o documento falha nos compromissos essenciais com os cidadãos.
O programa “Viseu 2025” prometia políticas sociais robustas, participação cidadã reforçada e equipamentos inovadores. No entanto, essas promessas eleitorais não têm dotação nas Grandes Opções do Plano, revelando um desfasamento evidente entre o que se anunciou e o que agora se financia.
O Executivo insiste em recorrer a receitas extraordinárias, nomeadamente a venda de terrenos da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa, para suportar despesas correntes. Esta prática não só é arriscada como representa uma visão limitada e de curto prazo.�O CHEGA entregou formalmente, e para constar em ata, um requerimento solicitando esclarecimentos detalhados sobre esta matéria( no entanto foi recusado ir em ata, mas deu entrada nesse dia a pedir todo o esclarecimento por escrito).
A tudo isto soma-se a dependência excessiva de transferências externas — Estado e fundos europeus — sem cenários alternativos ou mecanismos de mitigação. Tal fragiliza o município e coloca investimentos essenciais em risco.
Por estas razões, o CHEGA decidiu abster-se, concedendo o benefício da dúvida ao Executivo por se tratar do primeiro orçamento do mandato, mas deixando claro que exigirá rigor e coerência no futuro.
3. Protocolo com a Universidade de Coimbra:
O CHEGA decidiu optar pela abstenção o protocolo de colaboração com a Universidade de Coimbra para estudos de segurança rodoviária.
A Autarquia já tem parceria ativa com o Instituto Politécnico de Viseu para estudos semelhantes.�Assim, não faz sentido recorrer a entidades externas ao concelho, ignorando o conhecimento científico local e desperdiçando capacidade instalada no próprio território.
4. Atualização tarifária do MUV/STUV: abstenção pela falta de coerência com a promessa socialista
O Executivo aprovou a manutenção dos preços do transporte público para 2026, com exceção dos títulos financiados pelo Fundo Ambiental e Ministério da Defesa.
O CHEGA questionou: onde encaixa esta medida no Programa do PS, que prometia:
• transporte gratuito para todos os residentes do concelho,
• implementação de um Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS),
• melhorias significativas no sistema de transportes?
Perante esta incoerência, mas reconhecendo a importância da mobilidade urbana para os cidadãos, o CHEGA optou pela abstenção.
5.Quanto ao CONTRATO DE CONCEÇÃO, CONSTRUÇÃO, EXPLORAÇÃO, GESTÃO, MANUTENÇÃO E FISCALIZAÇÃO, EM REGIME DE CONCESSÃO DE OBRA PÚBLICA E SERVIÇO PÚBLICO DOS ATUAIS E FUTUROS PARQUES DE ESTACIONAMENTO E DOS LUGARES PÚBLICOS DE ESTACIONAMENTO PAGOS NA VIA PÚBLICA NA CIDADE DE VISEU
- Aprovação do aumento tarifário dos parques de estacionamento e ZEDL, do Contrato supra.
O CHEGA votou contra

O CHEGA reafirma o seu compromisso com uma política fiscal mais justa, uma gestão municipal transparente e sustentável, o aproveitamento das capacidades institucionais de Viseu e a defesa das famílias e contribuintes do concelho.
Continuaremos a trabalhar de forma responsável, rigorosa e assertiva para garantir que Viseu tenha governação à altura das suas necessidades.

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