Republica de Cabinda

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30/07/2017

TODOS PELA PALESTINA

Photos 30/07/2017

AI ESTA

Photos 30/07/2017

O país está em ebulição com o período eleitoral. Poderia (deveria, até) ser uma festa, mas infelizmente, não é. Está-se perante uma competição importante pois decidirá o futuro de milhões e, futebolisticamente falando, onde uma das equipas tem do seu lado a federação (CNE) o árbitro (Tribunal Constitucional), os fiscais de linha (Polícia e Forças Armadas), tendo por isso rejeitado, categórica e arrogantemente, o vídeo árbitro (órgão eleitoral independente, apartidário e imparcial), como recomenda o art.º 107.º da própria “constituição jessiana”.

Por William Tonet

Mas, ainda assim, os demais actores (oposição), excluídos da pré-época (registo eleitoral), da contratação das empresas fornecedoras dos kits e sistema informático (INDRA e SINFIC), para a realização do processo eleitoral acreditam, talvez ingenuamente, que serão vencedores.

Sabe ou deveria saber, a oposição que na política, melhor, na alta política, onde um dos contendores (MPLA) está no poder há 42 anos, a análise ligeira dos fenómenos e as omissões de casos, que atentam contra a Constituição e as leis, pagam-se muito caro. Demasiado caro. Muitas das vezes de tal maneiro caro que nem tempo se tem para fazer contas…

E a factura, nem precisa de incluir o NIF (número de identif**ação fiscal), porquanto na ausência de órgãos e instituições de Estado cidadãs, toda a máquina estando partidocratamente rotulada, com a cumplicidade das lideranças políticas, tudo se processará visando legitimar a fraude, no dia eleitoral, porque a batota está incubada nas entranhas do sistema. Do sistema e dos que dele fazem parte, por acção ou omissão.

Ninguém pode, das equipas concorrentes, dizer não saber ao que vai. Sabem, faz tempo, que o jogo será sempre desigual, sendo igual, apenas o choro e as lamentações finais.

A oposição durante toda a fase preparatória quis ser politicamente correcta (ou cobarde?), com medo de ser acusada de incitar à violência e à guerra, demitiu-se inclusive de apoiar manifestações da sociedade

20/06/2017

FAMILIA DE AGOSTINHO NETO ESTA COM O POVO ANGOLANO

ACLARAÇÃO SOBRE A PROPOSTA DE LEI SOBRE O REGIME JURÍDICO DOS ANTIGOS PRESIDENTES, Luanda, 17.6.2017

A Fundação Dr. António Agostinho Neto, visando contribuir para o debate elevado sobre a vida da Nação, de modo a reunir consensos amplos, sem silenciar as dificuldades mas procurando activamente as melhores soluções, publica a aclaração seguinte:

A deputada Irene Neto, no uso dos seus direitos e deveres, pronunciou-se no Parlamento sobre a Proposta de Lei acima referida. O texto, na íntegra, foi publicado na página da FAAN.

Entre as várias reacções públicas, apraz-nos agradecer as manifestações de apoio e de contribuição. Porém também houve uma reacção que se destacou pela inverdade e que merece uma resposta clarif**adora:

1. O parecer da deputada Irene visou melhorar o projecto de Lei e adaptá-lo à realidade actual e futura de Angola. A alternância é um facto normal de um Estado Democrático de Direito e os antigos Presidentes da República são cidadãos. Logo, não se afiguram necessários os excessos e exageros existentes no projecto inicial.

As alterações propostas pela deputada Irene Neto visam o seguinte:

a) Respeito da Constituição como lei suprema de Angola

A Lei ora proposta deve obedecer ao artigo 133º da Constituição que estabelece que os antigos Presidentes da República merecem um estatuto que os dignifique e os proteja. A Constituição menciona os “Antigos Presidentes da República”, não prevê a designação de “Emérito” nem tão pouco cita Primeira-Dama ou filhos.

b) Contenção da Despesa Pública

Os direitos dos antigos Presidentes da República devem ser comedidos e contidos para não sobrecarregarem a Despesa Pública. Isso pode ser obtido por via de:

i) Limitar o benefício da Pensão ou Remuneração a 65% do Salário (e não a 90%) por ser suficiente para o custeio das despesas de alimentação e saúde já que as demais são pagas pelo Estado;

ii) Pagar a Pensão ou Remuneração em regime vitalício apenas aos antigos Presidentes da República com idade igual ou superior a 60 anos que é a idade de reforma em Angola;

2. A Família do Primeiro Presidente da República vem, há 38 anos, insistindo na aprovação de uma Lei que defina e regule o regime jurídico dos antigos Presidentes para que houvesse transparência na indicação dos seus direitos e não f**assem à mercê da vontade e do livre arbítrio de outrém.

3. Os bens imóveis e barcos de recreio que eram propriedade do Presidente António Agostinho Neto foram adquiridos ou oferecidos pelos seus antigos proprietários. A casa do Futungo foi adquirida pelo MPLA para o Presidente António Agostinho Neto antes de 11.11.1975. A Resolução Nº 2/91 de 25 de Maio do Conselho de Ministros comete o erro de conceder bens que já eram património do Presidente António Agostinho Neto quiçá por algum excesso de zelo no sentido de proteger a Família.

4. A limusine VOLVO foi oferecida pessoalmente ao Presidente António Agostinho Neto pelos suecos e não era do Estado.

5. O Presidente António Agostinho Neto exerceu a sua função com dedicação, honra, honestidade e seriedade, sem ter tirado proveito próprio de nenhum dos seus poderes e prerrogativas. Não roubou um único kwanza do erário público. Não atribuiu a si ou aos seus familiares nenhuma concessão petrolífera ou mineira ou licença para o exercício, em regime de monopólio ou de oligopólio, de qualquer actividade económica em Angola.

6. O Presidente António Agostinho Neto trabalhou para libertar Angola e a África Austral, defendeu a independência e a unidade da Nação, guerreou para perservar a soberania e integridade territorial de Angola, e não esteve a amealhar fundos públicos para si nem a acumular capitais alheios para benefício próprio. Quando faleceu o Presidente António Agostinho Neto não deixou empresas nem fortunas pessoais.

7. A Família teve o apoio pontual do Estado no atinente a algumas despesas de saúde e beneficiou de bolsas de estudo para pós-graduações nas mesmas condições que os demais cidadãos. As duas filhas do Presidente António Agostinho Neto licenciaram-se em Angola. O filho terminou os estudos já iniciados na Roménia antes de 1975.

8. A deputada Irene Neto não recebeu nenhum imóvel do Estado. A deputada tem imóveis, em comunhão de bens, com o seu esposo que foram comprados e pagos à então Secretaria de Estado da Habitação no âmbito da venda do património habitacional do Estado. Outros imóveis foram construídos, de raiz, pelo casal.

9. A decisão de embalsamar e preservar o corpo do Presidente António Agostinho Neto não foi tomada pela sua Família. Foi uma decisão do Comité Central do MPLA. Outrossim, foi o CC do MPLA que decidiu realizar anualmente as exéquias fúnebres no Salão Nobre do Palácio Presidencial, enquanto se construia o Mausoléu. Logo, a Família não ocupou o Palácio Presidencial nem o poderia fazer. Foram 13 exéquias fúnebres de 1979 a 1992, sujeitando a Família ao stress de realizar, todos os anos, o luto do seu parente, publicamente e em directo para as câmaras da TPA.

10. Quando o Palácio Presidencial entrou em obras de restauro, o corpo do Presidente António Agostinho Neto foi colocado no Mausoléu inacabado em 1992, e, por mais 13 anos, sujeito à intempéries e à condições indignas para um Antigo Presidente que foi o Primeiro e que proclamou a Independência de Angola. As obras do Memorial retomaram em 2005 e o mesmo só foi concluído em 2011, 29 anos após o lançamento da primeira pedra, depois de ter havido vários descaminhos e desfalques das verbas orçamentais, e por persistência da Família ante os atrasos e as tentativas de não o concluírem e removerem o corpo para um outro local.

11. A AAA é uma empresa privada (não é pública) e não é nem nunca foi financiada pela SONANGOL. O esposo da Deputada Irene Neto é o proprietário da AAA. Os corpos sociais das sociedades comerciais são eleitos em Assembleia Geral e não são “nomeados”.

12. A deputada Irene Neto foi eleita para o CC do MPLA no IVº Congresso Ordinário em 1998. A deputada Irene Neto é militante do MPLA desde a sua infância, na OPA, durante os anos de luta de libertação nacional. Ingressou na JMPLA em Luanda, em 1974. A sua entrada no CC do MPLA até foi tardia quando contextualizada e comparada com os seus pares.

13. A deputada Irene Neto foi Vice-Ministra das Relações Exteriores de 2005 a 2008. Licenciou-se em Medicina em 1986 em Angola e especializou-se em Oftalmologia em 1996 em Portugal. Trabalhou como médica em hospitais públicos e na sua clínica durante mais de 20 anos. Não saiu da Universidade para o Governo.

14. A Família do Presidente António Agostinho Neto não procura qualquer partilha de espólio de roubos de activos do Estado nem do saque de bens do domínio público.

15. A Família do Presidente António Agostinho Neto defende que todos os cidadãos angolanos são iguais perante a Constituição e a Lei e merecem a mesma igualdade de oportunidade e de iniciativa, não podendo ser discriminados, prejudicados, privilegiados ou favorecidos por serem filhos de A ou de B. Os direitos, as liberdades e as garantias previstas na Constituição devem ser respeitados para todos.

Que a harmonia, a concórdia e a paz estejam connosco.

Photos 17/06/2017

JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS
PERDE O CONTROL DO GOVERNO

O chefe da Casa Civil do presidente da República, Manuel da Cruz Neto, tem estado a coordenar, desde Maio passado, o levantamento das dívidas e do pessoal de cada uma das missões diplomáticas e consulares de Angola no estrangeiro, de acordo com fontes do Ministério das Relações Exteriores (Mirex).

De acordo com as mesmas fontes, o levantamento visa tomar conhecimento, por parte do Estado, da dívida real e total das missões diplomáticas e consulares. Pela mesma via, a presidência também procura determinar o número total de funcionários ao serviço da diplomacia angolana no exterior.

Após este procedimento, a presidência dará então início ao encerramento de diversas missões, bem como ao despedimento de vários diplomatas e funcionários.

A desordem na administração do Estado atinge tal magnitude, que o presidente da República e chefe do Executivo, José Eduardo dos Santos, também quer saber o ponto de situação sobre o recebimento dos duodécimos e respectivo valor alocado ao orçamento de cada missão diplomática e consular.

Sobressai, nesta ordem presidencial, que a administração pública não tem qualquer controlo sobre as suas despesas e os seus agentes. Para obter informação, tem de lhes perguntar quem são eles e quanto gastam. Se o Estado não sabe o que as suas embaixadas devem, como pode assegurar que esses compromissos vão ser pagos?

Certamente, vão surgir dívidas ocultas, descontroladas e que surpreenderão a administração central. Virão a público as festas e os eventos que têm andado a divertir embaixadas e consulados, e que já várias vezes foram denunciados no Maka Angola.

Esta medida levanta ainda outra questão: a hipercentralização do poder presidencial. A Casa Civil solicita as informações directamente às embaixadas e aos consultados, ignorando o ministro das Relações Exteriores, Georges Chicoti, e o seu ministério.

É agindo desta forma que o presidente procura sempre controlar tudo, abstendo-se, no entanto, de assumir quaisquer responsabilidades pela incompetência, o descontrolo e os fracassos do seu governo.

É evidente que caberia ao Ministério das Relações Exteriores ter na sua posse, prontamente, os referidos dados, ou então solicitar informações adicionais e encaminhá-los à presidência. Se não há confiança no ministro, então Chicoti deve ser demitido.

Com este exemplo f**a claro que há ministros sem qualquer autoridade no governo de José Eduardo dos Santos, excepto para enriquecimento ilícito. Na verdade, limitam-se a ser meros auxiliares do presidente da República. E agora deixou sequer de haver decoro ou preocupação em disfarçar a irrelevância dos ministros.

Para resumir: o Estado angolano não tem dinheiro, os ministros não mandam nada, e o presidente quer ser tudo. Assim se chegou à deplorável situação actual.

26/04/2017

Se na Republica de Cabinda ocupada pelo mpla com ajuda dos mercenários Cubanos,a guerra continua então lá na zona Leste da Parte Austral do Leste no Reino Protectorado Lunda Tchokwe,tem agora exigido a sua desanexão de Angola e o mpla ja esta matando muitos populares lá.

Photos 18/03/2017

Se O Governo do mpla combate a imprensa
Nós compartilhamos SIC continua na
DStv em Cabinda,Moçambique e mesmo lá
Em Angola.

Photos 01/03/2017

COM ESTE TIPO DE INDIVIDUOS COM DUAS CORES COMO SERÁ POSSIVEL TRIUNFAR EMANUEL NZITA É OUTRA MOEDA COM DUAS FACES.

Photos 28/02/2017

A denúncia é da UNITA e da Associação Cívica de Cabinda
Duas fontes confirmaram à VOA um ataque da FLEC contra um destacamento das Forças Armadas Angolanas (FAA) em Massaby, no territorio de Cabinda nesta terça-feira, 28. Por sua vez, Alexandre Cuanga, da Associação Cívica e Cultural de Cabinda, que confirma a notícia, acrescenta que “depois do ataque da FLEC na aldeia de Munenga na Comuna de Massabi, as FAA estão a levar a cabo várias detenções, e há muitas pessoas presas em Chibwete, entre elas o secretário comunal da UNITA''.as faa mataram alguns populares suspeitando que apoiavam os militares do exercito do interior da flec e dai as tropas do exercito do interior da flec atacou as faa.

Photos 24/02/2017

POVO CABINDÊS CUIDADO
COM OS COLONIALISTAS COMUNISTAS DO REGIME DO MPLA DE ANGOLA.

Photos 23/02/2017

AS TROPAS ANGOLANAS ESTÃO ORIENTADAS PARA FAZER OPERAÇÕES DE LIMPEZAS AO LONGO DA FRONTEIRA ENTRE A REPUBLICA DE CABINDA ( OCUPADA MILITARMENTE POR ANGOLA) E CONGO BRAZZAVILE,CONCENTRADAS EM PONTA NEGRA REP.CONGO BRAZZAVILE AFIM DE NEUTRALIZAR AS BAZES DO EXERCITO DO INTERIOR DA FLEC ( CABINDA) SÃO DIRIGIDOS PELO GENERAL HERIQUES FUTI DE NACIONALIDADE CONGOLÊS BRAZZAVILENSE ESTE QUE JA OCUPOU AS FUNÇÕES DE VICE- REPRESENTANTE DO REGIME COLONIAL ANGOLANO NA REPUBLICA DE CABINDA PARA Á DEFESA O MESMO OCUPA ACTUALMENTE AS FUNÇÕES DE REPRESENTANTE DA CASA MILITAR DO DITADOR EDUARDO DOS SANTOS,ESTE CONTIGENTE MILITAR ESTA REFORÇADO COM EQUIPAMENTO BELICO NOVO ADQUIRIDO NA RUSSIA FOI TRANSPORTADO DE BARCO DA MARINHA DE GUERRA ANGOLANA PARA PONTA NEGRA NESTE MOMENTO ELEMENTOS DOS SERVIÇOS SECRETOS DE ANGOLA SOBRE O CONTROL DO MESMO GENERAL ESTÃO LEVANDO ACABO EM CONJUNTO COM SEUS COLEGAS DO C.BRAZZAVILE EM PONTA NEGRA DELIGENCIAS,NAS RESIDÊNCIAS DE ELEMENTOS LIGADOS A RESISTÊNCIA CABINDÊSA AFIM DE OS ELIMINAR,O COMANDO OPERACIONAL DO EXERCITO DO INTERIOR DA FLEC NA FRONTEIRA DE PONTA NEGRA MONVIMENTOU-SE NO INTERIOR DA FLORESTA DO MAIOMBE NO LADO DA REPUBLICA DE CABINDA.

Photos 22/02/2017

Nunca Permitiremos que os Estrangeiros Possam ser Presidente Como que estão afazer e desfazer dos Angolanos lá em Angola.

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