07/10/2026
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07/10/2026
06/28/2026
Pessoas de má fé pagarão pelos seus erros. Essa moça está abusando e perderá TUDO o que tem.
Juliano Cazarré: "Tudo foi feito do jeito que ela pediu e agora ela vem com esse processo gigante, pedindo mais de R$ 200 mil. Até eu, que sou mais bobo, quero ganhar isso sem trabalhar. Quando ela foi demitida, ela procurou o sindicato dos trabalhadores domésticos e o sindicato ofereceu um acordo para a gente de R$ 8.500. Ela não quis". Por Fabrício Ferreira Uma ex-babá do casal está querendo receber R$ 225,6 mil.
Juliano Cazarré e a esposa Leticia Cazarré são pais de Vicente de 16 anos, Inácio de 14 anos, Gaspar de 7 anos, Maria Madalena de 5 anos, Maria Guilhermina de 4 anos e Estevão de 2 anos.
A babá disse que trabalhava de segunda a quinta, das 8 até 20 horas, com pernoite, sendo chamada na madrugada, com até 14 horas de trabalho por dia, também que fazia outras funções como como limpeza da casa, lavagem de roupas e organização geral.
Juliano Cazarré disse: "Talvez eu não devesse gravar esse vídeo, mas não aguento injustiça e não sou o cara que f**a se escondendo. Não tenho nada para esconder. Ela está alegando que trabalhava horas demais, que era acionada de madrugada, que a gente pagava o salário dela por fora da carteira.
Essa moça chegou em casa bem recomendada e pediu R$ 5,5 mil. A gente aceitou pagar. Ela mora longe do Rio de Janeiro e não poderia ir e voltar todos os dias. O que ficou acordado com ela é que ela trabalharia lá em casa de segunda a quinta-feira.
A escala dela era 4 por 3. Trabalhava 4 dias, f**ava 3 noites em casa e tinha 4 noites na casa dela com a família. A gente assinou a carteira dela com os R$ 5,5 mil que ela pediu. Só que, quando chegou o primeiro contracheque dela, ela viu os descontos e falou 'Não dá É (muita taxa)'. Eu sei que é muito.
Ela falou 'Assim não pode ser. Não vou aceitar. Vocês têm que me demitir e pagar o meu salário inteiro por fora durante tantos meses até poder me recontratar e me recontratar pagando menos para eu ter menos desconto e pagando o resto por fora'.
A gente não queria fazer isso mas a gente também não queria perder uma babá, uma pessoa que, enquanto estava trabalhando como babá, trabalhava muito bem.
A Letícia estava precisando voltar ao trabalho também. Fizemos o que ela pediu. A forma como ela estava sendo paga foi a forma que ela nos pediu para fazer.
O quarto em que ela f**ava era uma suíte que não f**a dentro da casa, f**a na edícula. Então ela nunca foi acionada de madrugada e nunca ouviu um choro de criança de madrugada. Se o bebê acordar, sou eu que vou no quarto pegar. Ela tinha duas horas de almoço.
Parava de trabalhar ao meio-dia e só voltava depois das duas da tarde. E ela só cuidava do bebê, do Estêvão. Ela ajudava no café da manhã de todo mundo às 7 da manhã, eu saía de casa com as crianças para o colégio, depois trazia, lá pelas 3 e meia da tarde, eles do colégio.
Ela recebia o Gaspar e Madalena lá pelas 4 da tarde com lanchinho, levava por uma hora e meia da praça, depois era voltar da praça, banho, janta, cama e acabou. Então, ela passava o dia inteiro com o Estevão, que é um bebê que não chora, não dá trabalho.
Quando ela chegou lá em casa, a gente já tinha ensinado ao Estêvão os horários de dormir. Se você o larga no berço acordado, ele dorme sozinho a noite toda. Já tinha esse horário de sono depois do almoço, que era quando ela tirava as duas horas de descanso", contou Cazarré.
Ele também disse que ela precisou de atendimento, eles ofereceram uma conhecida, ela não quis e começou a faltar.
"Foi o suficiente para a Letícia falar: 'Não precisa mais voltar. A gente não consegue confiar que você vai aparecer aqui na segunda-feira'. Porque isso acontecia várias vezes. Chegava segunda-feira, a gente há vários dias com as crianças, precisando trabalhar, às vezes atrasava.
Ela não trabalhava quando era Carnaval, fim de ano. Tudo o que ela pediu, a gente deu. Pediu adiantamento de férias antes de ter completado um ano de trabalho, a gente deu.
Pediu ar-condicionado no quarto, a gente instalou. Foi uma pessoa sempre tratada não só com respeito, mas com cuidado, carinho e atenção", disse Juliano Cazarré.
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