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Fasubra Sindical FASUBRA - Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil Sejam bem-vindos!

A FASUBRA Sindical por meio deste canal de comunicação se aproxima dos sindicatos, dos(as) trabalhadores(as) técnico-administrativos(as) de todo país e do público em geral, para divulgação de suas atividades com transparência e interatividade.

A ASSUFRGS, entidade filiada a FASUBRA-Sindical, convida todas as trabalhadores e trabalhadores da base da FASUBRA à par...
29/10/2026

A ASSUFRGS, entidade filiada a FASUBRA-Sindical, convida todas as trabalhadores e trabalhadores da base da FASUBRA à participar do Curso: Saúde e Segurança da Trabalhadora e do Trabalhador, que tem por objetivo capacitar em Saúde e Segurança da Trabalhadora e do Trabalhador para intervenções nas Comissões de Saúde nas Instituições Federais de Ensino - IFEs, Comissões Internas de Saúde e Segurança do Trabalho do Servidor Público – CISSPs, Comissões de Saúde e Ambiente de Trabalho - COSATs e CONSSAT na UFRGS, entre outras Comissões de Saúde de Trabalhadoras e Trabalhadores nas IFEs, considerando aspectos institucionais e legislação, a partir dos ambientes de trabalho, abordando conteúdos técnicos e normativos, desenvolvendo desde formação à estratégia de atuação.
O Curso abordará, em síntese, conteúdos de SST e se desenvolve em 1 encontro presencial, na abertura do curso, com transmissão simultânea, e 6 encontros na modalidade remota, totalizando 20 horas aulas. A carga horária e o número de encontros do curso poderão ser ampliados no desenvolvimento do curso.
As inscrições deverão ser realizadas por e-mail até o dia 15 de novembro: [email protected]

Neste 28 de outubro, a FASUBRA Sindical homenageia todas as trabalhadoras e todos os trabalhadores técnico-administrativ...
28/10/2026

Neste 28 de outubro, a FASUBRA Sindical homenageia todas as trabalhadoras e todos os trabalhadores técnico-administrativos em educação, assim como cada servidor e servidora pública que, com compromisso, dedicação e resistência, contribui diariamente para a construção de uma sociedade justa, democrática e igualitária.

Somos parte fundamental da educação pública e da sustentação das universidades e instituições públicas de ensino. Nosso trabalho transforma realidades, fortalece direitos e reafirma o papel do Estado na garantia de uma educação pública, gratuita, de qualidade, inclusiva e socialmente referenciada.

Nossa história é marcada pela luta coletiva e cada direito conquistado é fruto da organização, da mobilização e da unidade da classe trabalhadora. Por isso, celebrar esta data é reafirmar que a valorização dos servidores e das servidoras, o respeito aos direitos e a garantia de condições dignas de trabalho são indispensáveis à construção de um serviço público forte, democrático e comprometido com as necessidades da população.

Seguiremos firmes, organizados e mobilizados na defesa dos direitos, da valorização profissional e do reconhecimento de quem faz o serviço público acontecer todos os dias.

**Defender os servidores e as servidoras é defender o serviço público, a saúde e a educação públicas e os direitos de toda a sociedade!**

Neste 28 de outubro, nosso reconhecimento e nossa homenagem a toda a categoria técnico-administrativa em educação e a cada trabalhador e trabalhadora que dedica sua força e seu compromisso à construção de um país justo e igualitário.

**Parabéns a todas as servidoras e a todos os servidores públicos!**

**FASUBRA Sindical — nossa força vem da luta coletiva!**

MENSAGEM DE AGRADECIMENTO DA FASUBRA SINDICALA Direção da FASUBRA-Sindical agradece a cada trabalhadora e trabalhador té...
26/10/2026

MENSAGEM DE AGRADECIMENTO DA FASUBRA SINDICAL

A Direção da FASUBRA-Sindical agradece a cada trabalhadora e trabalhador técnico-administrativo em educação pelo empenho, mobilização e compromisso demonstrados na luta pela eleição do presidente Lula.

A participação e a dedicação da nossa base foram fundamentais nessa caminhada, reafirmando a importância da união, da organização coletiva e da defesa da democracia. Cada esforço, cada voz e cada ação demonstram a força da nossa categoria quando caminhamos juntos em torno de objetivos comuns.

Mas a nossa luta continua!
Seguiremos mobilizados e mobilizadas, com unidade, coragem e determinação na defesa dos nossos direitos, da valorização profissional, de melhores condições de trabalho, da carreira, por salários e fortalecimento da educação pública, gratuita, democrática, de qualidade, inclusiva e socialmente referenciada.

A eleição é parte da caminhada, mas a luta por conquistas concretas para a nossa categoria permanece. É com organização, participação e luta coletiva que avançaremos na construção de um futuro mais justo para todas e todos.

Nosso agradecimento a quem esteve nessa caminhada!

A luta continua! Nenhum direito a menos! Mais conquistas para a nossa categoria!

FASUBRA Sindical — Unidade, mobilização e luta em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras técnico-administrativos em educação!

MOÇÃO DE REPÚDIO REFERENTE AOS ATOS VIOLENTOS OCORRIDOS NA UFCGÀ violência e às tentativas de intimidação na Universidad...
22/10/2026

MOÇÃO DE REPÚDIO REFERENTE AOS ATOS VIOLENTOS OCORRIDOS NA UFCG

À violência e às tentativas de intimidação na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
A FASUBRA Sindical manifesta seu veemente repúdio aos atos de violência, intimidação e desrespeito ocorridos na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), envolvendo pessoas identificadas em relatos públicos como apoiadoras de Flávio Bolsonaro.
O episódio, registrado em 8 de outubro de 2026, teve início com a retirada de cartazes e adesivos relacionados a uma mobilização política de estudantes. A situação evoluiu para um conflito, com relatos de empurrões e denúncia de injúria racial contra estudantes. Os fatos exigem apuração rigorosa pelas autoridades competentes.
A universidade pública é um espaço de produção do conhecimento, formação cidadã, pluralidade de ideias e convivência democrática. Divergências políticas fazem parte da democracia, mas não podem servir de justificativa para agressões, ameaças, discriminação racial ou tentativas de silenciar manifestações por meio da intimidação.
A liberdade de expressão e de manifestação política é um direito constitucional. Nenhum grupo ou corrente política pode reivindicar para si o direito de constranger, agredir ou impedir que estudantes, docentes e técnico-administrativos expressem suas opiniões e participem do debate público.
A FASUBRA Sindical reafirma que a defesa da universidade pública passa necessariamente pelo respeito à autonomia universitária, à integridade física e moral de sua comunidade e à livre manifestação do pensamento. O ambiente acadêmico deve ser preservado como espaço de diálogo, respeito às diferenças e construção coletiva do conhecimento.
Diante da gravidade dos acontecimentos, exigimos a apuração integral dos fatos, a responsabilização dos envolvidos, quando comprovadas as infrações, e a adoção de medidas que garantam a segurança e a liberdade de expressão da comunidade universitária. Também manifestamos nossa solidariedade às pessoas que foram vítimas de agressões ou discriminação.

A violência política e o racismo são incompatíveis com a democracia. Nenhuma divergência ideológica autoriza a violação de direitos.

Universidade pública é espaço de liberdade, diversidade e democracia. Violência e intimidação não podem ser toleradas!

22/10/2026
NOTA DE REPÚDIO À VIOLÊNCIA NA UFRNEm defesa da universidade pública, da democracia e da liberdade de manifestaçãoA FASU...
20/10/2026

NOTA DE REPÚDIO À VIOLÊNCIA NA UFRN
Em defesa da universidade pública, da democracia e da liberdade de manifestação
A FASUBRA-Sindical manifesta seu veemente repúdio aos episódios de violência registrados na segunda-feira, 19 de outubro, no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, durante um ato político promovido por apoiadores de Flávio Bolsonaro. As ocorrências envolveram agressões físicas, danos ao patrimônio público e perturbação das atividades acadêmicas, com registro de estudante ferido.
A Federação considera inadmissível que o espaço universitário seja palco de agressões, intimidação e práticas que coloquem em risco a integridade física da comunidade acadêmica. A liberdade de manifestação é um direito democrático, mas não pode ser utilizada como justificativa para a violência, a destruição do patrimônio público ou a violação dos direitos de outras pessoas.
A universidade pública é patrimônio do povo brasileiro. É um espaço de produção do conhecimento, formação crítica, pesquisa, extensão, inclusão social e construção da cidadania. Sua missão exige liberdade de pensamento, pluralidade de ideias, respeito às diferenças e convivência democrática. A universidade não pode ser transformada em território de intimidação política nem ter suas atividades comprometidas por ações violentas.
Defender as universidades federais significa defender as instituições públicas, a autonomia universitária e o direito de estudantes, docentes e técnico-administrativos em educação de exercerem suas atividades em um ambiente seguro, livre de ameaças e aberto ao debate de ideias. As divergências políticas devem ser enfrentadas com argumentos, respeito e participação democrática, jamais com agressões físicas ou intimidação.
A FASUBRA-Sindical reafirma que a preservação do patrimônio público e o respeito às instituições são responsabilidades coletivas. Os fatos ocorridos na UFRN precisam ser devidamente apurados, com a identificação dos responsáveis e a adoção das medidas cabíveis, assegurando-se o devido processo legal.
Manifestamos nossa solidariedade aos estudantes, aos trabalhadores e trabalhadoras da educação e a toda a comunidade acadêmica da UFRN, especialmente às pessoas atingidas pelas agressões. Reivindicamos que sejam garantidas condições de segurança para o pleno funcionamento da universidade e para o exercício das liberdades democráticas.
Não há democracia sem respeito às diferenças. Não há universidade pública sem liberdade, diálogo e segurança. Não há espaço para a violência na construção do conhecimento e da cidadania.
A FASUBRA-Sindical seguirá na defesa intransigente da educação pública, gratuita, de qualidade, socialmente referenciada e democrática, bem como da autonomia universitária e da preservação das instituições públicas brasileiras.
Em defesa da universidade pública, da democracia e da liberdade!
FASUBRA-Sindical

*DEBATE NA BAND: ARROGÂNCIA, CONTRADIÇÕES E PERGUNTAS QUE FLÁVIO BOLSONARO NÃO PODE IGNORAR*O debate da TV Bandeirantes,...
20/10/2026

*DEBATE NA BAND: ARROGÂNCIA, CONTRADIÇÕES E PERGUNTAS QUE FLÁVIO BOLSONARO NÃO PODE IGNORAR*

O debate da TV Bandeirantes, realizado em 18 de outubro, deixou evidente um traço preocupante da postura de Flávio Bolsonaro: a arrogância, a provocação e a tentativa de transformar o confronto de ideias em um espetáculo de ataques pessoais. Em vez de apresentar respostas consistentes e explicar questões relevantes de sua trajetória política, o candidato privilegiou a agressividade e as acusações contra o adversário. A cobertura do debate também registrou que diversos questionamentos ficaram sem resposta satisfatória.
Mas quem pretende governar o Brasil precisa responder ao povo! Não basta demonstrar habilidade para provocar o adversário e criar cortinas de fumaça para esconder a ignorância ou a má fé, ocultando suas verdadeiras intenções e projetos que trazem prejuízos ao povo brasileiro . É necessário ter compromisso com a verdade, transparência, respeito à democracia e responsabilidade com os interesses da população.
Entre as questões que continuam exigindo respostas, estão:
Por que o candidato votou contra a ampliação da Licença-maternidade para as mulheres trabalhadoras?
Qual foi o objetivo da proposta legislativa associada à retirada da marcação de munições e quais seriam suas consequências para o rastreamento de armas e o combate ao crime?

Como explicar a aquisição de um imóvel de alto valor, qual a origem dos recursos diante da incompatibilidade com sua renda declarada?
O assunto exige provas documentais, não apenas declarações políticas.

Que tipo de relações e circunstâncias levaram-no a homenagear um miliciano e a contratar pessoas apontadas como ligadas a milícias e familiares? A sociedade merece explicações transparentes sobre esses fatos.
Quanto ao caso de Daniel Vorcaro, e o desvio de milhões da previdência por meio do Banco Master,
qual o tipo de relação entre o Vorcaro e Flávio e por que articulou o montante de R$ 134 milhões para supostamente financiar um filme sobre Jair Bolsonaro?
A destinação, beneficiários e a forma de transferência e garantias de transparência na destinação da verba, reconhecida pelo próprio senador, como negociada em forma de apoio financeiro para patrocínio privado. A dimensão do valor torna indispensável a prestação de contas transparente ao público.

Em relação ao fim da escala 6x1, por que a proposta foi tratada anteriormente pelo candidato como inoportuna e eleitoreira, que só passou a declarar apoio à mudança no dia da votação, de forma aparentemente oportunista, diante de sua recente defesa do trabalho por hora, reforçando a posição já conhecida do trabalho intermitente, incompatível com um projeto de proteção ao direito trabalhista e reforçando o poder patronal?
E, principalmente, qual é sua proposta concreta?
A mudança de discurso exige explicações e compromissos verificáveis.
Especialmente , diante de declarações do candidato de que pretende adotar o modelo econômico argentino no Brasil. Essas medidas inspiradas no governo Javier Milei, que já demonsta consequências arrasadoras no poder de compra da população, desvalorização dos salários, recessão devido à dolarização da economia e desvalorização da moeda argentina, perda da qualidade de vida dos aposentados com aumento da mortalidade nessa parcela da população. O que leva o candidato a crer que o resultado no Brasil seria positivo?
E existe uma questão especialmente importante para os servidores públicos: qual é o verdadeiro projeto de Flávio Bolsonaro para o Estado brasileiro?
As declarações de sua assessora econômica, Daniella Marques, e as propostas de enxugamento do Estado levantam preocupações que precisam ser enfrentadas. Se há planos de substituir servidores por inteligência artificial, quais carreiras seriam atingidas? Haverá demissões? Quais serviços públicos seriam afetados? Como ficariam a educação, a saúde, a previdência e o atendimento à população?
A categoria técnico-administrativa em educação não pode ignorar essas perguntas. Somos trabalhadores que sustentam diariamente o funcionamento das universidades e dos institutos federais. Defender o serviço público significa defender o direito da população à educação, à ciência, à tecnologia e a políticas públicas capazes de reduzir as desigualdades.
Não aceitaremos que a modernização tecnológica seja utilizada como justificativa para desvalorizar trabalhadores, extinguir postos de trabalho ou enfraquecer instituições públicas. A inteligência artificial deve servir à sociedade e melhorar os serviços, não se transformar em instrumento para precarizar o trabalho e retirar direitos.
O debate também revelou a importância de distinguir promessas eleitorais de compromissos efetivos. O apoio anunciado ao fim da escala 6x1, por exemplo, precisa ser confrontado com as posições anteriores e com as propostas concretas de cada candidatura. Trabalhadores não precisam de discursos oportunistas: precisam de direitos garantidos.
E, agora, queremos saber se Flávio Bolsonaro atenderá ao desafio de abrir seus sigilos bancários, telefonicos e fiscais.
A democracia exige mais do que retórica. Exige coerência, ética, transparência e compromisso com a maioria da população.
No próximo dia 25 de outubro, estará em disputa não apenas a Presidência da República, mas também o futuro das políticas públicas, dos direitos sociais, da valorização do trabalho e do serviço público brasileiro.
Para os técnico-administrativos em educação, a escolha precisa considerar quem está efetivamente comprometido com a defesa da educação pública, o fortalecimento das instituições federais, a valorização da categoria, o cumprimento dos acordos firmados e a ampliação de direitos.
A arrogância não responde às perguntas. As provocações não substituem propostas. E as mudanças de discurso não apagam posições anteriores.
O Brasil precisa de respostas, não de encenações. Precisa de compromisso com os trabalhadores, não de projetos que coloquem os direitos sociais e os serviços públicos em risco.
No dia 25 de outubro, vamos defender a democracia, a educação pública, os direitos da classe trabalhadora e um projeto de governo comprometido com as reivindicações históricas dos técnico-administrativos em educação.
*Nosso voto tem consequências. Nossa mobilização faz a diferença. E nossos direitos não estão à venda!*

16/10/2026

*A importância do voto 70+*
Nós, mulheres aposentadas hoje na Direção da FASUBRA, sabemos que a nossa história é marcada por lutas, conquistas e resistência. Ao longo dos anos, contribuímos para a construção e o fortalecimento da educação pública e dos serviços públicos de qualidade, e continuamos presentes na defesa dos nossos direitos e da democracia.
O voto 70+ é a expressão da nossa cidadania, da nossa experiência e da nossa voz! A idade não diminui a nossa capacidade de participar, opinar e decidir os rumos do nosso país. Pelo contrário, a nossa trajetória nos dá ainda mais motivos para valorizar cada voto e defender uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
Votar é exercer um direito, reafirmar nossas escolhas e contribuir para o futuro das próximas gerações. Nossa voz continua ativa, nossa luta continua viva e nossa participação faz a diferença!
Aposentadas da FASUBRA: nossa história tem valor, nossa voz tem força e nosso voto tem poder!
*Voto 70+: cidadania, respeito e participação em todas as idades!*

FASUBRA participa de reunião com a coordenação da campanha de Lula e defende participação no debate sobre a educaçãoA FA...
15/10/2026

FASUBRA participa de reunião com a coordenação da campanha de Lula e defende participação no debate sobre a educação

A FASUBRA Sindical participou, na manhã desta quinta-feira (15), de uma reunião conjunta com representantes do ANDES-SN e do SINASEFE e o professor José Sérgio Gabrielli, coordenador do Plano de Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro teve como objetivo apresentar o apoio da Federação à campanha e discutir de que forma as entidades sindicais podem contribuir com a mobilização e as ações em defesa da educação pública.
A FASUBRA Sindical foi representada pelos integrantes da Direção Nacional Márcia Abreu, Fernando Borges e José Almiram. A Federação representa uma categoria com mais de 220 mil pessoas e vem incentivando a participação dos trabalhadores e trabalhadoras técnico-administrativos em educação no processo eleitoral, com apoio à candidatura de Lula.
Durante a reunião, Gabrielli destacou a importância da atuação das entidades de abrangência nacional junto aos governos municipais para cobrar o cumprimento da legislação que prevê a disponibilização de transporte público gratuito aos eleitores, de modo a facilitar o acesso aos locais de votação.
Outro ponto abordado pela FASUBRA foi a importância de garantir a participação das entidades sindicais no processo de transição de governo, especialmente nas discussões relacionadas à educação. A Federação defende que os trabalhadores e trabalhadoras técnico-administrativos em educação sejam ouvidos na construção de políticas públicas para as universidades e demais instituições federais de ensino.
A preocupação da entidade também envolve as propostas para a educação apresentadas pela candidatura contrária. A FASUBRA manifesta críticas às propostas do plano de governo de Flávio Bolsonaro, especialmente à possibilidade de transferir as universidades do âmbito do Ministério da Educação (MEC) para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com submissão aos interesses da indústria. Na avaliação da Federação, essa mudança prejudicará enormemente a produção científica e a autonomia universitária.
Para a FASUBRA, a defesa da universidade pública, gratuita, democrática e socialmente referenciada deve ocupar lugar central no debate sobre os rumos do país. A entidade considera fundamental que a categoria participe ativamente das discussões sobre o futuro da educação e que suas reivindicações sejam consideradas na formulação e implementação das políticas educacionais.

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