CAL Centro de Arqueologia de Lisboa

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CAL Centro de Arqueologia de Lisboa Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de CAL Centro de Arqueologia de Lisboa, Câmara Municipal, Avenida da Índia, 166, 1400/207 Lisbon, Lisboa.

Inaugurado a 3 de Junho de 2013, o Centro de Arqueologia de Lisboa (CAL), equipamento da Direção Municipal da Cultura, é a sede operacional, polivalente e multidisciplinar, das competências legais e funcionais da autarquia em matéria de arqueologia.

❗️...E foi assim...▪️𝗖𝗼𝗹𝗼́𝗾𝘂𝗶𝗼▪️ 𝙎𝙖𝙣𝙩𝙖 𝙈𝙖𝙧𝙞𝙖 𝙈𝙖𝙞𝙤𝙧: 𝙃𝙞𝙨𝙩𝙤́𝙧𝙞𝙖, 𝙈𝙚𝙢𝙤́𝙧𝙞𝙖 𝙚 𝙑𝙞𝙫𝙚̂𝙣𝙘𝙞𝙖𝙨[... "Um espaço de partilha, reflexã...
05/11/2026

❗️...E foi assim...

▪️𝗖𝗼𝗹𝗼́𝗾𝘂𝗶𝗼
▪️ 𝙎𝙖𝙣𝙩𝙖 𝙈𝙖𝙧𝙞𝙖 𝙈𝙖𝙞𝙤𝙧: 𝙃𝙞𝙨𝙩𝙤́𝙧𝙞𝙖, 𝙈𝙚𝙢𝙤́𝙧𝙞𝙖 𝙚 𝙑𝙞𝙫𝙚̂𝙣𝙘𝙞𝙖𝙨
[... "Um espaço de partilha, reflexão e valorização da memória coletiva, das histórias e das tradições"]

▪️5, 6 e 7 de Novembro de 2026
▪️ Sociedade Histórica da Independência de Portugal
▪️Palácio da Independência – Largo de São Domingos, 11, Lisboa
𝐄𝐧𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐮𝐢𝐭𝐚

‼️Amanhã há mais...




📸 Clara Ferreira e Isabel Cameira (CAL)

𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗙𝗔𝗭𝗘𝗠𝗢𝗦 𝗡𝗢 𝗖𝗔𝗟⛏️🟣 𝗦𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰̧𝗼 𝗘𝗱𝘂𝗰𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼 📸 Esta semana, contámos com a participação na actividade 𝟭𝟬𝟬 𝗺𝗶𝗹𝗵𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗻𝗼𝘀...
05/11/2026

𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗙𝗔𝗭𝗘𝗠𝗢𝗦 𝗡𝗢 𝗖𝗔𝗟⛏️
🟣 𝗦𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰̧𝗼 𝗘𝗱𝘂𝗰𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼


📸 Esta semana, contámos com a participação na actividade 𝟭𝟬𝟬 𝗺𝗶𝗹𝗵𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗲𝗺 𝟯𝟬 𝗺𝗶𝗻𝘂𝘁𝗼𝘀 de um grupo de alunos do 3º ano do Ensino Básico da Escola do Campo de Santa Clara.

⭕️ Viajaram no tempo, através da 𝗢𝗳𝗶𝗰𝗶𝗻𝗮 𝟭𝟬𝟬 𝗺𝗶𝗹𝗵𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗲𝗺 𝟯𝟬 𝗺𝗶𝗻𝘂𝘁𝗼𝘀, dinamizada pela colega Clara Ferreira, coordenadora do Serviço Educativo do CAL.
▪️04/11/2026




𝙎𝙖𝙗𝙞𝙖 𝙦𝙪𝙚... ⁉️ … 𝗘𝗺 𝟭𝟯𝟱𝟲, 𝗻𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟮𝟰 𝗱𝗲 𝗔𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼 – 𝗗𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗦. 𝗕𝗮𝗿𝘁𝗼𝗹𝗼𝗺𝗲𝘂 – 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮 𝗳𝗼𝗶 𝗮𝗯𝗮𝗹𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝘂𝗺 𝘃𝗶𝗼𝗹𝗲𝗻𝘁𝗼 𝘀𝗶𝘀𝗺𝗼, 𝗰𝘂𝗷𝗮 𝗺...
03/11/2026

𝙎𝙖𝙗𝙞𝙖 𝙦𝙪𝙚... ⁉️

… 𝗘𝗺 𝟭𝟯𝟱𝟲, 𝗻𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟮𝟰 𝗱𝗲 𝗔𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼 – 𝗗𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗦. 𝗕𝗮𝗿𝘁𝗼𝗹𝗼𝗺𝗲𝘂 – 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮 𝗳𝗼𝗶 𝗮𝗯𝗮𝗹𝗮𝗱𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝘂𝗺 𝘃𝗶𝗼𝗹𝗲𝗻𝘁𝗼 𝘀𝗶𝘀𝗺𝗼, 𝗰𝘂𝗷𝗮 𝗺𝗮𝗴𝗻𝗶𝘁𝘂𝗱𝗲 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗿𝗮́ 𝘁𝗲𝗿 𝘀𝗶𝗱𝗼 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗮 𝗱𝗮 𝗱𝗼 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗮𝗺𝗼𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝟭 𝗱𝗲 𝗡𝗼𝘃𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, 𝗱𝗲 𝟭𝟳𝟱𝟱.

📌 𝐎 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐦𝐨𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚

🔻 Segundo o “Livro das Eras”, entre outras fontes que registam o episódio, 𝑡𝑟𝑒𝑚𝑒𝑢 𝑎 𝑡𝑒𝑟𝑟𝑎 𝑒 𝑝𝑜𝑟 𝑡𝑎𝑙 𝑔𝑢𝑖𝑠𝑠𝑎 𝑞𝑢𝑒 𝑎𝑠 𝑐𝑎𝑝𝑎𝑎𝑠 𝑠𝑒 𝑡𝑎𝑛𝑔𝑖𝑎𝑜𝑛 𝑛𝑜𝑠 𝑐𝑎𝑚𝑝𝑎𝑛𝑎́𝑟𝑖𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑠𝑒𝑢 𝑒 𝑚𝑢𝑦𝑡𝑎𝑠 𝑐𝑎𝑠𝑎𝑠 𝑡𝑜𝑟𝑟𝑒𝑠 𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑡𝑒𝑙𝑜𝑠 𝑐𝑎𝑦𝑟𝑜𝑛.

▪️O sismo do dia de S. Bartolomeu provocou danos em praticamente toda a região centro e sul de Portugal, havendo notícia de danos avultados, por exemplo, em Silves e em muitas outras povoações algarvias.

▪️Mas este abalo foi também sentido na Andaluzia, nomeadamente em Sevilha onde, segundo o cronista Pero López de Ayala, 𝑐𝑎𝑦𝑒𝑟𝑜𝑛 𝑙𝑎𝑠 𝑚𝑎𝑛𝑧𝑎𝑛𝑎𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑏𝑎𝑛 𝑒𝑛 𝑙𝑎 𝑡𝑜𝑟𝑟𝑒 𝑑𝑒 𝑆𝑎𝑛𝑐𝑡𝑎 𝑀𝑎𝑟𝑖́𝑎 𝑑𝑒 𝑆𝑒𝑣𝑖𝑙𝑙𝑎, 𝑒 𝑡𝑟𝑒𝑚𝑖𝑜́ 𝑙𝑎 𝑡𝑖𝑒𝑟𝑟𝑎 𝑒𝑛 𝑚𝑢𝑐ℎ𝑜𝑠 𝑙𝑜𝑔𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑒𝑙 𝑟𝑒𝑔𝑛𝑜 𝑒𝑛 𝑎𝑞𝑢𝑒𝑙 𝑑𝑖́𝑎.

▪️Ora o facto de ter afectado com maior violência a região Sul de Portugal e de Castela, sugere que teve o seu epicentro – tal como o de Novembro de 1755 – no Atlântico, a sudoeste do cabo de S. Vicente.

▪️Não são conhecidos em detalhe os efeitos provocados em Lisboa por este terramoto, mas é seguro que causou danos consideráveis na capela-mor da Sé, designadamente na capela que Afonso IV – que viria a morrer no ano seguinte – aí mandara edificar e onde pretendia ser sepultado.

▪️As fontes indicam também a ruína de quatro fornos e nas estruturas de defesa da cidade, nomeadamente o colapso de algumas torres e panos de muralha.

▪️Mas esta é, decerto, uma pálida imagem do que efectivamente foi destruído, desconhecendo-se igualmente qualquer balanço de vítimas.

❗️Deste sismo ficou uma curiosa memória gravada numa parede do castelo de Lisboa e na qual se regista precisamente que “No dia de S. Bartolomeu tremeu a terra”.
(Texto adaptado e partilhado da página de Facebook do Gabinete de Estudos Olisiponenses 👇
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1684413308395419&id=402701926566570)

👉 𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐚𝐛𝐞𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬:
Marisa Costa e João F.B.D. Fonseca, “Sismicidade Histórica em Portugal no Período Medieval”, disponível em👇 https://www.academia.edu/277108/Sismicidade_hist%C3%B3rica_em_Portugal_no_per%C3%ADodo_medieval

📸 "Terramoto de Basileia de 1356" - Xilogravura da Cosmographia de Sebastian Münster, 1588





𝐎 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐦𝐨𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚

Em 1356, no dia 24 de Agosto – Dia de S. Bartolomeu – Lisboa foi abalada por um violento sismo, cuja magnitude poderá ter sido próxima da do terramoto de 1755. Segundo o “Livro das Eras”, entre outras fontes que registam o episódio, 𝑡𝑟𝑒𝑚𝑒𝑢 𝑎 𝑡𝑒𝑟𝑟𝑎 𝑒 𝑝𝑜𝑟 𝑡𝑎𝑙 𝑔𝑢𝑖𝑠𝑠𝑎 𝑞𝑢𝑒 𝑎𝑠 𝑐𝑎𝑝𝑎𝑎𝑠 𝑠𝑒 𝑡𝑎𝑛𝑔𝑖𝑎𝑜𝑛 𝑛𝑜𝑠 𝑐𝑎𝑚𝑝𝑎𝑛𝑎́𝑟𝑖𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑠𝑒𝑢 𝑒 𝑚𝑢𝑦𝑡𝑎𝑠 𝑐𝑎𝑠𝑎𝑠 𝑡𝑜𝑟𝑟𝑒𝑠 𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑡𝑒𝑙𝑜𝑠 𝑐𝑎𝑦𝑟𝑜𝑛.

O sismo do dia de S. Bartolomeu provocou danos em praticamente toda a região centro e sul de Portugal, havendo notícia de danos avultados, por exemplo, em Silves e em muitas outras povoações algarvias. Mas este abalo foi também sentido na Andaluzia, nomeadamente em Sevilha onde, segundo o cronista Pero López de Ayala, 𝑐𝑎𝑦𝑒𝑟𝑜𝑛 𝑙𝑎𝑠 𝑚𝑎𝑛𝑧𝑎𝑛𝑎𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑏𝑎𝑛 𝑒𝑛 𝑙𝑎 𝑡𝑜𝑟𝑟𝑒 𝑑𝑒 𝑆𝑎𝑛𝑐𝑡𝑎 𝑀𝑎𝑟𝑖́𝑎 𝑑𝑒 𝑆𝑒𝑣𝑖𝑙𝑙𝑎, 𝑒 𝑡𝑟𝑒𝑚𝑖𝑜́ 𝑙𝑎 𝑡𝑖𝑒𝑟𝑟𝑎 𝑒𝑛 𝑚𝑢𝑐ℎ𝑜𝑠 𝑙𝑜𝑔𝑎𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑒𝑙 𝑟𝑒𝑔𝑛𝑜 𝑒𝑛 𝑎𝑞𝑢𝑒𝑙 𝑑𝑖́𝑎. Ora o facto de ter afectado com maior violência a região Sul de Portugal e de Castela, sugere que teve o seu epicentro – tal como o de Novembro de 1755 – no Atlântico, a sudoeste do cabo de S. Vicente.

Não são conhecidos em detalhe os efeitos provocados em Lisboa por este terramoto, mas é seguro que causou danos consideráveis na capela-mor da Sé, designadamente na capela que Afonso IV – que viria a morrer no ano seguinte – aí mandara edificar e onde pretendia ser sepultado. As fontes indicam também a ruína de quatro fornos e nas estruturas de defesa da cidade, nomeadamente o colapso de algumas torres e panos de muralha. Mas esta é, decerto, uma pálida imagem do que efectivamente foi destruído, desconhecendo-se igualmente qualquer balanço de vítimas. Deste sismo ficou uma curiosa memória gravada numa parede do castelo de Lisboa e na qual se regista precisamente que “No dia de S. Bartolomeu tremeu a terra”.

Tudo indica que no ano seguinte, pelo menos em Lisboa, se tenha feito sentir um outro abalo, mas acerca do qual pouco de sabe, se bem que não seja difícil de imaginar que tenha vindo agravar substancialmente o rasto de destruição provocado em 1356. O abalo de 1357 afectou igualmente outras zonas do reino e as suas muralhas e castelos, pelo que, confrontado com as avultadas despesas que a sua reparação iria acarretar, o rei D. Pedro I, que ascendeu ao trono nesse mesmo ano, enviou ao Papa uma súplica através da qual lhe solicitava as décimas dos rendimentos eclesiásticos do reino, um pedido que, no entanto, foi recusado pela Santa Sé.

𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐚𝐛𝐞𝐫 𝐦𝐚𝐢𝐬:
Marisa Costa e João F.B.D. Fonseca, “Sismicidade Histórica em Portugal no Período Medieval”, disponível em https://www.academia.edu/277108/Sismicidade_hist%C3%B3rica_em_Portugal_no_per%C3%ADodo_medieval

Imagem
Terramoto de Basileia de 1356 - Xilogravura da Cosmographia de Sebastian Münster, 1588

OBSERVATÓRIO 🔭"𝐁𝐄𝐌-𝐕𝐈𝐍𝐃𝐎 𝐍𝐎𝐕𝐄𝐌𝐁𝐑𝐎!No conjunto do Calendário de Miranda, o mês de novembro é retratado como uma mulher jo...
02/11/2026

OBSERVATÓRIO 🔭

"𝐁𝐄𝐌-𝐕𝐈𝐍𝐃𝐎 𝐍𝐎𝐕𝐄𝐌𝐁𝐑𝐎!

No conjunto do Calendário de Miranda, o mês de novembro é retratado como uma mulher jovem vestida com trajes nobres, que carrega na cabeça uma cesta com um par de rolas e dois pães, e nas mãos uma cana onde se prendem vários pequenos passarinhos.

A composição, pouco comum, lembra os quadros das naturezas-mortas, onde os pássaros simbolizam a alma. Porém, estas aves mortas também permitem associar NOVEMBER ao mês da caça e das festas de São Martinho, conforme assinala Vítor Serrão.

Este quadrinho tão singular integra o grupo dos “Retratos dos Meses”, uma coleção de 12 pinturas de madeira executadas pelo pintor Pieter Balten na cidade de Antuérpia cerca de 1580, que pertencem à coleção da 𝐂𝐚𝐭𝐞𝐝𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐧𝐝𝐚 𝐝𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨."
(Partilhado de 👇
https://www.facebook.com/share/p/1W8G7KEJ3N/)


𝗡𝘂́𝗰𝗹𝗲𝗼 𝗜𝗻𝗱𝘂𝘀𝘁𝗿𝗶𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗥𝘂𝗮 𝗕𝗮𝗿𝘁𝗼𝗹𝗼𝗺𝗲𝘂 𝗗𝗶𝗮𝘀, 𝗻𝗮 𝗙𝗿𝗲𝗴𝘂𝗲𝘀𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗕𝗲𝗹𝗲́𝗺 (𝗜𝗜𝗜)𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗥𝗲𝗱𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗣𝗲𝘀𝗰𝗮: 𝘂𝗺𝗮 𝗽𝗶𝗼𝗻𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗶𝗻𝗱𝘂...
02/11/2026

𝗡𝘂́𝗰𝗹𝗲𝗼 𝗜𝗻𝗱𝘂𝘀𝘁𝗿𝗶𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗥𝘂𝗮 𝗕𝗮𝗿𝘁𝗼𝗹𝗼𝗺𝗲𝘂 𝗗𝗶𝗮𝘀, 𝗻𝗮 𝗙𝗿𝗲𝗴𝘂𝗲𝘀𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗕𝗲𝗹𝗲́𝗺 (𝗜𝗜𝗜)

𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗥𝗲𝗱𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗣𝗲𝘀𝗰𝗮: 𝘂𝗺𝗮 𝗽𝗶𝗼𝗻𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗶𝗻𝗱𝘂́𝘀𝘁𝗿𝗶𝗮 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗮 𝗲𝗺 𝗕𝗲𝗹𝗲́𝗺

Nas duas publicações anteriores demos a conhecer algumas das unidades fabris que integraram o núcleo industrial da Rua Bartolomeu Dias, em Belém, uma área que desempenhou um papel relevante na atividade económica da cidade durante a primeira metade do século XX.

Depois de explorarmos a história da fábrica Repenicado & Bengala (link da publicação: https://www.facebook.com/arqueologiadelisboa/posts/1612032307379573?locale=pt_PT ) e da Fábrica de Conservas Bom Sucesso (link da publicação: https://web.facebook.com/photo/?fbid=1626300389286098&set=pcb.1626301059286031 ), terminamos esta viagem pelo passado industrial da zona com a história da Companhia de Redes de Pesca, Ld.ª, empresa pioneira no fabrico mecanizado de redes de pesca em Portugal (Fig.1).

𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗥𝗲𝗱𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗣𝗲𝘀𝗰𝗮, 𝗟𝗱.ª - 𝗥𝘂𝗮 𝗕𝗮𝗿𝘁𝗼𝗹𝗼𝗺𝗲𝘂 𝗗𝗶𝗮𝘀 𝗻º𝘀 𝟭𝟳-𝟭𝟵

Fundada em 1923, a Companhia de Redes de Pesca, Ld.ª dedicava-se ao fabrico de redes de pesca e instalou-se na Rua Bartolomeu Dias em 1928. A sua presença naquele local encontra-se documentada desde 1927 na documentação camarária associada ao respetivo processo de obra. Em dezembro de 1928, a empresa surge já instalada no armazém com o n.º 19 daquela rua, então propriedade da Sociedade Industrial Belém, Ldª, da qual era arrendatária.

A empresa afirmava-se como a primeira a produzir mecanicamente redes de pesca em Portugal. A sua fundação resultou de uma iniciativa do Eng.º Manuel Santos Mendonça em parceria com a firma escocesa Stuarts & Jacks, Ld.ª, que assegurava apoio técnico e financeiro e era considerada uma das maiores e mais antigas fabricantes mundiais do setor.

A importância desta unidade fabril ficou patente na sua inauguração, divulgada na revista “Indústria Portuguesa”, publicada pela Associação Industrial Portuguesa. O acontecimento contou com a presença do então Chefe de Estado, General Óscar Carmona, revelando o interesse que a empresa suscitava num setor considerado estratégico para a economia nacional.

O artigo publicado por ocasião da inauguração fornece também informações sobre os fundadores da empresa, o número de trabalhadores, a maquinaria utilizada e a capacidade produtiva da fábrica, testemunhando a relevância desta iniciativa para o desenvolvimento da indústria das pescas em Portugal (Fig. 2 e 3).

Em 1944, a empresa adquiriu o edifício que ocupava e promoveu obras de beneficiação que permitiram aumentar a capacidade produtiva, através da instalação de novos teares e de um posto transformador de corrente elétrica de maior potência (Fig. 4).

A partir da década de 1960, a Câmara Municipal de Lisboa passou a exigir obras de remodelação de elevado custo, levando a empresa a ponderar a transferência das suas instalações. Na década seguinte, a autarquia defendeu a desocupação do espaço, uma vez que este se encontrava integrado na área de proteção do Mosteiro dos Jerónimos.

A Companhia de Redes de Pesca Ld.ª acabaria por encerrar a sua atividade em 1983. As instalações permaneceram abandonadas até à sua expropriação, em 1989, sendo posteriormente demolidas para dar lugar ao atual Centro Cultural de Belém (Fig.5).

Concluímos assim o percurso pelas fábricas que integraram o núcleo industrial da Rua Bartolomeu Dias durante a primeira metade do século XX. A história da Repenicado & Bengala, da Fábrica de Conservas Bom Sucesso e da Companhia de Redes de Pesca Ld.ª testemunha a diversidade das atividades industriais que marcaram esta zona de Belém.

Quanto às indústrias que se instalaram no antigo Palácio Correio-Mor (assinalada na fig. 1 com o nº 6), como a fábrica de conservas Cordeiro Santos & Ferreira, a sua história será abordada numa publicação futura dedicada ao próprio palácio e às múltiplas ocupações que conheceu ao longo do tempo.

✍️ Isabel Cameira


‼️𝐀𝐈𝐍𝐃𝐀 𝐕𝐀𝐈 𝐀 𝐓𝐄𝐌𝐏𝐎 𝐃𝐄 𝐏𝐀𝐑𝐓𝐈𝐂𝐈𝐏𝐀𝐑!"Lisboa é feita de lugares, histórias, memórias e pessoas. Cada freguesia guarda vivên...
02/11/2026

‼️𝐀𝐈𝐍𝐃𝐀 𝐕𝐀𝐈 𝐀 𝐓𝐄𝐌𝐏𝐎 𝐃𝐄 𝐏𝐀𝐑𝐓𝐈𝐂𝐈𝐏𝐀𝐑!

"Lisboa é feita de lugares, histórias, memórias e pessoas. Cada freguesia guarda vivências, tradições e testemunhos que ajudam a construir a identidade da nossa cidade.

Assista ao colóquio «Santa Maria Maior: História, Memória e Vivências», um espaço de partilha, reflexão e valorização da memória coletiva, das histórias e das tradições.

▪️5, 6 e 7 de novembro de 2026
▪️ Sociedade Histórica da Independência de Portugal
▪️Palácio da Independência – Largo de São Domingos, 11, Lisboa

❗️Consulte o programa e venha fazer parte destes momentos de encontro e partilha!"

𝐄𝐧𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐮𝐢𝐭𝐚


OBSERVATÓRIO 🔭"𝙏𝙤𝙙𝙤𝙨 𝙤𝙨 𝙨𝙖𝙣𝙩𝙤𝙨" [Imagem retirada do Libre d'heures de Louis de Laval, obra conservada na Biblioteca Naci...
01/11/2026

OBSERVATÓRIO 🔭

"𝙏𝙤𝙙𝙤𝙨 𝙤𝙨 𝙨𝙖𝙣𝙩𝙤𝙨"
[Imagem retirada do Libre d'heures de Louis de Laval, obra conservada na Biblioteca Nacional de França (Ms. Lat. 920).
Trata-se de um dos "livros de horas" mais espetaculares e ricamente ilustrados da Idade Média
c. 1480]

𝗟𝗜𝗦𝗕𝗢𝗔 𝗘 𝗢𝗦 𝗦𝗜𝗦𝗠𝗢𝗦: 𝗨𝗠𝗔 𝗛𝗜𝗦𝗧𝗢́𝗥𝗜𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗗𝗘 𝟮𝟬𝟬𝟬 𝗔𝗡𝗢𝗦Sabia que os habitantes de Lisboa coabitaram e referenciaram a at...
01/11/2026

𝗟𝗜𝗦𝗕𝗢𝗔 𝗘 𝗢𝗦 𝗦𝗜𝗦𝗠𝗢𝗦: 𝗨𝗠𝗔 𝗛𝗜𝗦𝗧𝗢́𝗥𝗜𝗔 𝗖𝗢𝗠 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗗𝗘 𝟮𝟬𝟬𝟬 𝗔𝗡𝗢𝗦

Sabia que os habitantes de Lisboa coabitaram e referenciaram a atividade sísmica há mais de dois milénios? Desde a antiga Olisipo romana até aos abalos mais recentes, a história da capital está profundamente ligada aos movimentos da Terra.

𝗔 𝗔𝗡𝗧𝗜𝗚𝗨𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘: 𝗥𝗢𝗠𝗔𝗡𝗢𝗦 𝗘 𝗚𝗥𝗔𝗡𝗗𝗘𝗦 𝗔𝗕𝗔𝗟𝗢𝗦

𝟲𝟯 𝗲 𝟲𝟬 𝗮.𝗖. — 𝗢𝘀 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗿𝗲𝗹𝗮𝘁𝗼𝘀

Fontes antigas, incluindo os escritos do geógrafo romano Estrabão, descrevem fenómenos sísmicos e marítimos que poderão estar relacionados com grandes sismos com epicentro muito semelhante ao de 1755, na região da Falha de Gorringe ou no Golfo de Cádis (a sudoeste do Cabo de São Vicente). Os relatos mencionam o recuo anormal das águas e o seu regresso sob a forma de ondas violentas. A ligação destes episódios a Lisboa e a sua localização exata continuam, contudo, difíceis de confirmar.

𝟯𝟴𝟮 𝗱.𝗖. — 𝗨𝗺 𝗽𝗼𝘀𝘀𝗶́𝘃𝗲𝗹 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲 𝘀𝗶𝘀𝗺𝗼

Textos antigos e medievais referem um abalo acompanhado por perturbações do mar na Península Ibérica. A dimensão dos efeitos e a eventual ocorrência de um maremoto são temas que exigem cautela, dada a escassez de evidências que permitam reconstruir rigorosamente o acontecimento.

𝗔 𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗠𝗘́𝗗𝗜𝗔: 𝗨𝗠𝗔 𝗖𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗦𝗢𝗕 𝗔𝗠𝗘𝗔𝗖̧𝗔
Durante a Idade Média, os sismos eram frequentemente interpretados como sinais divinos e registados em crónicas religiosas.

𝟭𝟭𝟰𝟳 — 𝗔 𝗰𝗼𝗻𝗾𝘂𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮

No ano da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques, com o apoio dos cruzados, existem referências a tremores na região, embora os seus efeitos concretos sejam difíceis de determinar.

𝟭𝟯𝟬𝟵, 𝟭𝟯𝟮𝟭 𝗲 𝟭𝟯𝟰𝟰 — 𝗔𝗯𝗮𝗹𝗼𝘀 𝗻𝗮 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗺𝗲𝗱𝗶𝗲𝘃𝗮𝗹

Estes episódios são associados a períodos de instabilidade sísmica na região do Tejo. Os relatos históricos apontam para danos em edifícios e estruturas urbanas, incluindo referências a estragos na Sé de Lisboa.

𝟭𝟯𝟱𝟲 — 𝗢 𝘀𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗱𝗲 𝗦𝗮̃𝗼 𝗕𝗮𝗿𝘁𝗼𝗹𝗼𝗺𝗲𝘂

Um dos grandes terramotos atribuídos à Lisboa medieval. Os relatos descrevem danos em casas, torres e estruturas defensivas, além de perturbações no abastecimento de alimentos. A magnitude exata deste fenómeno e as consequências do mesmo permanecem incertas. No entanto, em 2015, durante escavações arqueológicas na Torre do Paço (no Castelo de São Jorge), foi identificada uma inscrição em latim gravada diretamente no reboco de uma das paredes. Esta inscrição mandada fazer pelas autoridades da época serve como testemunho físico e comemoração da reconstrução daquela torre defensiva após ter sido severamente rachada pelo grande sismo de São Bartolomeu.

𝗢𝗦 𝗚𝗥𝗔𝗡𝗗𝗘𝗦 𝗧𝗘𝗥𝗥𝗔𝗠𝗢𝗧𝗢𝗦 𝗤𝗨𝗘 𝗠𝗔𝗥𝗖𝗔𝗥𝗔𝗠 𝗟𝗜𝗦𝗕𝗢𝗔

𝟭𝟱𝟯𝟭 — 𝗔 𝗰𝗮𝘁𝗮́𝘀𝘁𝗿𝗼𝗳𝗲 𝗲𝘀𝗾𝘂𝗲𝗰𝗶𝗱𝗮

A 26 de janeiro, um violento terramoto, associado à região do Vale Inferior do Tejo, provocou danos graves em Lisboa. Parte significativa das habitações terá ruído, e edifícios importantes, incluindo o Paço Real, sofreram estragos. Os relatos históricos mencionam ainda perturbações nas águas do Tejo. As estimativas de mortalidade variam bastante, situando-se frequentemente entre mil e três mil vítimas.

𝟭𝟳𝟱𝟱 — 𝗢 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗮𝗺𝗼𝘁𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗺𝘂𝗱𝗼𝘂 𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮

A 1 de novembro, pelas 9h40, Lisboa foi atingida por um dos mais devastadores sismos da história europeia, com magnitude estimada entre 8,5 e 9,0.

A destruição resultou da combinação de três fenómenos:
• 𝗧𝗲𝗿𝗿𝗮𝗺𝗼𝘁𝗼: o colapso de igrejas, palácios e habitações causou inúmeras vítimas.
• 𝗠𝗮𝗿𝗲𝗺𝗼𝘁𝗼: as ondas invadiram a zona ribeirinha, atingindo pessoas que procuravam refúgio junto ao rio.
• 𝗜𝗻𝗰𝗲̂𝗻𝗱𝗶𝗼𝘀: alimentados por velas, lareiras e outros focos de fogo, prolongaram a destruição durante vários dias.

Grande parte da cidade ficou destruída e estima-se que tenham morrido entre 30 mil e 40 mil pessoas em Lisboa. Perderam-se importantes edifícios, obras de arte e documentos históricos.

Sob a direção do Marquês de Pombal, a reconstrução introduziu um novo modelo urbanístico para a Baixa, incluindo soluções construtivas destinadas a melhorar a resistência sísmica dos edifícios.

𝟭𝟵𝟬𝟵 — 𝗢 𝘁𝗲𝗿𝗿𝗮𝗺𝗼𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗕𝗲𝗻𝗮𝘃𝗲𝗻𝘁𝗲

A 23 de abril, um sismo de magnitude aproximada de 6,0 devastou Benavente e outras localidades do Ribatejo, provocando 46 mortos. Em Lisboa, a queda de chaminés, fissuras nas fachadas e os danos em edifícios antigos demonstraram que a região do Vale do Tejo continuava a representar um risco importante para a capital.
O desastre contribuiu para o desenvolvimento da sismologia em Portugal e para uma maior atenção à segurança das construções.

𝟭𝟵𝟲𝟵 — 𝗨𝗺 𝗴𝗿𝗮𝗻𝗱𝗲 𝗮𝗯𝗮𝗹𝗼 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗻𝗮 𝗰𝗮𝗽𝗶𝘁𝗮𝗹

A 28 de fevereiro, às 03h41, um sismo de magnitude aproximada de 7,9, com epicentro no Atlântico, a sudoeste do Cabo de São Vicente, foi fortemente sentido em Lisboa. Muitas pessoas abandonaram as suas casas durante a madrugada.
Na capital, registaram-se sobretudo quedas de chaminés e danos em paredes e fachadas.

𝗟𝗜𝗦𝗕𝗢𝗔 𝗘𝗠 𝟮𝟬𝟮𝟲: 𝗢 𝗥𝗜𝗦𝗖𝗢 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗜𝗡𝗨𝗔 𝗣𝗥𝗘𝗦𝗘𝗡𝗧𝗘

Os pequenos sismos fazem parte da dinâmica natural do território português. Entre os episódios referidos em 2026 encontram-se:

• 𝗙𝗲𝘃𝗲𝗿𝗲𝗶𝗿𝗼: dois sismos de magnitude 4,1, separados por cerca de dois minutos, sentidos na região da Grande Lisboa.
• 𝗔𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼: um abalo de magnitude 3,3, com epicentro no Cadaval.
• 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼: um sismo de magnitude 2,7, sentido na zona do Cadaval/Azambuja.

Estes episódios recordam-nos que a atividade sísmica não pertence apenas ao passado. Os dados relativos aos acontecimentos recentes devem ser confirmados junto das fontes sismológicas oficiais.

𝗨𝗠𝗔 𝗟𝗜𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗔𝗧𝗥𝗔𝗩𝗘𝗦𝗦𝗔 𝗢𝗦 𝗦𝗘́𝗖𝗨𝗟𝗢𝗦

A história sísmica de Lisboa mostra-nos que a região está exposta ao risco de terramotos. Conhecer o passado, respeitar as evidências históricas e geológicas e investir na prevenção e na construção segura são passos essenciais para proteger o futuro da cidade.

Lisboa já renasceu de grandes catástrofes. Estaremos preparados para o próximo grande sismo?

Fontes: ScienceDirect.com; História da Sismologia em Portugal.pdf; National Geographic Portugal; RTP ensina; Ordem do Engenheiros; Gabinete de Estudos Olisiponenses.

https://geo.lisboa.pt/atividades-e-difusao/investigacao/detalhe/o-terramoto-de-1-de-novembro-de-1755
https://www.youtube.com/watch?v=N4SqWIPGrD8&t=133s

História e Identidade - Câmara Municipal de Benavente

https://share.google/4WIgunRuMmLB8A3eV
https://www.facebook.com/apgeologos/posts/o-maior-sismo-do-s%C3%A9culo-xx-com-epicentro-em-portugal-continental-ocorreu-neste-d/5421060287965928/

✍️ Mafalda Paiva e Eva Leitão

👉 Em jeito de memória, mas mantendo actualidade, interesse e relevância....
01/11/2026

👉 Em jeito de memória, mas mantendo actualidade, interesse e relevância....

Sabia que.... ⁉️
.."A origem do Dia de Todos os Santos remonta ao século II, quando os cristãos começaram a honrar os que tinham sido perseguidos e martirizados por causa da sua fé.

Foi o Papa Gregório III que no século VIII dedicou uma capela em Roma a Todos os Santos e que ordenou que a data fosse celebrada a 1 de novembro.

Este dia é também dedicado a homenagear todos os que já partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus familiares nos cemitérios e ao longo do dia visitam os cemitérios para deixar ramos e velas nas campas."
(Antena 1]


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